Palavra do leitor
FOTO: DGABC

‘Após seis anos, família Lemes volta com Natal solidário em S.Bernardo’ (Setecidades, ontem). O Diário antecipa o abençoado Natal. Que a família Lemes saiba que está sendo mais que plantadora de sementes; está sendo milagrosamente instrumento de amor incondicional ao próximo, gerando assim também empatia. Que o sentimento que move cada membro dessa família possa servir de exemplo contaminante a muitos seres verdadeiramente humanos, pois nosso mundo tem carência desse servir e desse amor.
Cecél Garcia
Santo André
ONU (Organização das Nações Unidas) cobra segurança. O governo entrega improviso. A ONU precisou intervir para lembrar ao Brasil que organizar um evento mundial exige mais do que discursos. Na carta enviada ao presidente, o alerta foi claro: falhas graves de segurança, calor insuportável nos pavilhões, infiltrações, banheiros sem água, portas quebradas e ar-condicionado que não funcionava. O retrato perfeito do País do improviso. Milhões foram gastos para a COP-30, mas o que o mundo encontrou foi exatamente o que o governo tenta esconder: estrutura precária, logística desastrosa e uma organização tão frágil quanto as portas derrubadas pelos manifestantes. A ‘blue zone’ virou literalmente uma zona – e não é figura de linguagem. Enquanto isso, Lula abandona o evento e volta a Brasília, observando o fiasco de longe, como se não fosse dele a responsabilidade. A ONU cobrou segurança; o Brasil mostrou descaso. E o mundo assistiu. Que mico!
Izabel Avallone
Capital
Dúvida atroz. Perguntar não ofende, certo? Será que um rombo de R$ 20 milhões nos Correios é semelhante ao que ocorreu no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social)?
Tania Tavares
Capital
O número de aspones, aqueles funcionários que são nomeados ao bel-prazer pelo governante de plantão, somente na esfera federal, que em 2019 era de 31 mil funcionários, atualmente são mais de 50 mil (um absurdo). Os gastos que eram R$ 563 milhões, saltaram para R$ 1,6 bilhão, ou seja, triplicou. É a farra do boi com o dinheiro público, que sempre é escasso para o essencial, mas, para este tipo de gasto, o céu é o limite. Este é apenas um dos motivos para os quais não temos dinheiro para segurança, saúde, educação etc. Somam-se a isso casos recorrentes de roubos, corrupção, desvios e por aí vai. O resultado é que em 2024 tivemos um déficit no governo federal de R$ 43 bilhões, com previsão para este ano um outro déficit na ordem de R$ 70 bilhões. Tem como dar certo? Se compararmos esta situação à de um pai de família, é fácil entender o risco: uma hora ele vai ter o nome sujo, não consegue mais crédito, perde o carro, a casa e vê sua vida financeira desmoronar. Esta é a realidade que muitos brasileiros não conseguem enxergar quando se trata de finanças públicas, inclusive dentro do próprio governo. Mauri Fontes Santo André ‘Brasil derrota Senegal com facilidade e acha formação’ (Esportes, ontem). Nesta vitória da Seleção contra a boa equipe de Senegal, por 2 a 0, a equipe de Carlo Ancelotti apresentou um primeiro tempo primoroso. Há muito não víamos a Seleção jogar com tanta determinação. Até roubada colocada para lateral nossos atletas comemoravam. Ou seja, parece que, finalmente, os nossos jogadores voltaram a encarnar o espírito de seleção, mesmo sendo um amistoso entre duas seleções já classificadas para Copa do Mundo de 2026. Será resultado do comando de Carlo Ancelotti? Fato histórico: é a primeira vitória do Brasil contra Senegal. Nos dois confrontos anteriores, empate por 1 a 1 em 2019 e, em 2023, goleada por 4 a 2. Paulo Panossian São Carlos (SP)Funcionalismo público
Seleção Brasileira
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