Integração nacional Iniciativa visa desenvolvimento do segmento por meio do diálogo e troca de informações
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Representantes dos principais polos petroquímicos do País se uniram na Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química) e lançaram o Fórum de Comitês de Fomento à Indústria Química, que tem como maior premissa a criação de espaço permanente de diálogo e cooperação entre os integrantes do setor. O grupo também apresentou a Carta Conjunta dos Comitês de Fomento à Indústria Química, documento que estabelece princípios e compromissos voltados ao fortalecimento e ao desenvolvimento sustentável. O Fórum nasce com o propósito de promover o diálogo qualificado, a cooperação e a construção de soluções efetivas e sustentáveis para o desenvolvimento do setor. Entre seus pilares estão inovação, sustentabilidade, segurança operacional, valorização de pessoas e transparência. A iniciativa busca ainda fortalecer a competitividade regional, impulsionar políticas de transição energética e ampliar a interlocução com governos, academia e sociedade.
Laudemir Sarzeda, gerente executivo do Cofip ABC (Comitê de Fomento do Polo do Grande ABC), destacou que a criação do Fórum representa um momento oportuno para unir forças e alinhar estratégias. “Vivemos um período de grandes desafios para a indústria, especialmente a química. A iniciativa da Abiquim é fundamental para integrar ações, compartilhar soluções e construir uma agenda comum de competitividade e sustentabilidade. Iniciamos aqui uma jornada importante, que só será bem-sucedida se estivermos alinhados em torno de um mesmo propósito: fortalecer a indústria nacional”, afirmou.
A cerimônia contou com a presença de André Passos Cordeiro, presidente-executivo da Abiquim, e dos representantes dos polos do Grande ABC e de Cubatão, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, e da Bahia.
A Carta Conjunta assinada pelos representantes estabelece uma agenda colaborativa e de longo prazo, com metas voltadas à integração entre os polos, promoção da inovação, segurança operacional, descarbonização e formação de pessoas. O documento também reforça o compromisso com práticas éticas e transparentes, estabelecendo tolerância zero a qualquer tipo de corrupção ou suborno.
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