Cultura & Lazer Titulo Com sonorização ao vivo

Monólogo “Três Luzes” estreia em São Paulo no Sesc Pompeia

Temporada vai de 12 de novembro a 5 de dezembro e aborda temas como ancestralidade, raízes e apagamentos

12/11/2025 | 14:00
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Lina Sumizono
Lina Sumizono Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


O monólogo “Três Luzes” estará em cartaz no Sesc Pompeia, em São Paulo, entre os dias 12 novembro e 05 de dezembro, sempre de quarta a sexta-feira. No palco, a atriz paranaense Cássia Damasceno divide a cena com a musicista Julia Klüber, responsável pela sonorização ao vivo, em alternância com a musicista Nina Nicolaiewsky.

A obra é uma autoficção que tem como referência as histórias de vida dos pais dos autores, Aristeu Araújo e Cássia Damasceno. Dirigida por Araújo, o enredo apresenta as percepções e reflexões acerca do passado de uma mulher presa no elevador durante um blecaute. O ambiente de luz e falta de luz desperta recordações do seu passado e de seus pais, que são sobrepostas a pequenos ensaios que também tentam dar conta de certos aspectos contraditórios da história da humanidade.

De quarta e quinta, o espetáculo ocorre às 19h30. Já de sexta-feira, 15h30 e 19h30. Especificamente no dia da Consciência Negra (20/11), acontece às 17h30. Os ingressos custam R$ 50 (inteira) R$ 25 (meia entrada) R$ 15 (credencial plena). A classificação indicativa é 12 anos. Todas as sextas, na sessão das 19h30, o monólogo conta com intérprete de Libras.

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“O espetáculo Três Luzes fala sobre os sonhos e medos que nós — filhas e filhos — temos, assim como os sonhos e medos de nossos pais. Porque, ao falar dos nossos núcleos, falamos de todos”, explica a atriz Cássia Damasceno.
Ela conta que a criação surgiu de forma orgânica durante a pandemia da Covid-19, em um exercício forçado de repensar a vida, suas marcas e as descobertas partilhadas com Aristeu Araújo — experiências que acabam se revelando comuns a muitas pessoas que se conectam com a história.
A musicista Julia Klüber acompanha Cássia Damasceno no palco, realizando a sonoplastia e a música com o uso de uma controladora digital e também por meios analógicos. Nina Nicolaiewsky assume a sonorização nas apresentações dos dias 20 e 21 de novembro. O projeto conta ainda com a iluminadora Nadja Naira, o compositor Luiz Lepchak e Jade Azevedo, que atua nas assistências de direção e produção.

A obra teve estreia nacional no Festival de Teatro de Curitiba, passando também pela CAIXA Cultural Curitiba, Fortaleza e Recife em 2024.

  




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