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Petróleo fecha em alta pelo terceiro dia seguido com tensões geopolíticas e oferta

O petróleo WTI para dezembro, negociado na New York Mercantile Exchange, fechou em alta de 1,51% (US$ 0,91), a US$ 61,04 o barril

11/11/2025 | 17:36
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 FOTO: Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta pela terceira sessão consecutiva nesta terça-feira, 11, com tensões geopolíticas e dados que apontam um mercado de trabalho mais enfraquecido nos EUA, pressionando o dólar. Também no radar, expectativas acerca da oferta global.

O petróleo WTI para dezembro, negociado na New York Mercantile Exchange, fechou em alta de 1,51% (US$ 0,91), a US$ 61,04 o barril. Já o Brent para janeiro, negociado na ICE (Intercontinental Exchange de Londres), avançou 1,71% (US$ 1,10), a US$ 65,16 o barril.

A commodity chegou a operar no negativo durante a madrugada, mas virou para alta pela manhã e acelerou o ritmo conforme o dólar se enfraquecia com a publicação de números do ADP, que apontam perda de mais de 11 mil empregos no setor privado dos Estados Unidos.

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Durante a tarde, o petróleo novamente ampliou ganhos após notícias passarem a circular de que um novo ataque a drones da Ucrânia atingiu a refinaria russa de Orsknefteorgsintez. O local seria uma das unidades de processamento de petróleo mais importantes do país.

Com o anúncio de novas sanções dos EUA contra a Rússia, o Commerzbank aponta que clientes na China e na Índia se tornaram mais "cautelosos" na compra do petróleo russo. Apesar disso, os analistas destacam que "a Rússia provou repetidamente nos últimos três anos que consegue encontrar maneiras de continuar colocando seu petróleo no mercado". "Se os descontos nos preços forem suficientemente grandes, provavelmente continuarão a surgir compradores", acrescentou o banco.

Enquanto isso, a imprensa internacional afirma que as exportações da Rússia permanecem estáveis, mesmo após as sanções.

Além disso, com o aumento de produção por parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+), o Commerzbank ainda prevê um excesso de oferta para o próximo ano, levando os preços da commodity a ficar sob pressão.




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