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Diadema terá 65% das verbas dos vereadores para a saúde

Prefeito diz que a medida evita que emendas sejam destinadas a setores não prioritários

07/11/2025 | 08:16
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FOTO: André Henriques/DGABC 16/12/2024
FOTO: André Henriques/DGABC 16/12/2024 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


O prefeito de Diadema, Taka Yamauchi (MDB), celebrou a aprovação em definitivo, na última quinta-feira (6) pela Câmara, do projeto de autoria da Casa que aumenta para 65% o percentual destinado de emendas impositivas dos vereadores para a saúde. Antes da mudança eram reservados ao setor 50%. A proposta também elevou o recurso destinado aos parlamentares, de 0,85% da RCL (Receita Corrente Líquida) do exercício anterior, para 1,2%. 

“É uma alteração importante para nossa cidade. Significa mais investimento na área da saúde. Quando mudamos uma alíquota de 0,85% para 1,2% avançamos no sentido da valorização do Legislativo, no contraponto de, ao invés de 50%, 65% serem encaminhados para saúde, fazendo com que reafirmemos nosso compromisso com a saúde do município”, destacou Taka.

O prefeito ressaltou o fim da espera por tomografia ao citar as conquistas nos dez meses à frente do Executivo, como fila zero para mamografia, raio X, eletrocardiograma e exames clínicos. 

DGABC

“Sabemos que Diadema, na gestão passada, não tinha um aparelho de tomografia para que pudesse responder de pronto às demandas do município. Porém, com trabalho intenso trouxemos um aparelho novo para a cidade e hoje zeramos a fila da tomografia”, pontuou.

O prefeito destacou que os resultados positivos decorrem das mudanças administrativas e do empenho da gestão, aliados à correção do valor das emendas, o que garante protagonismo à saúde e evita a destinação de recursos a áreas supérfluas.

O emedebista afirmou que, em conversas com os vereadores, foram apresentadas novas ideias capazes de promover avanços significativos na questão das emendas parlamentares. “Em vez de restringir ainda mais a execução orçamentária do Executivo, a proposta é que o Legislativo adote medidas de economia que possam se converter em emendas efetivas, por meio da redução do duodécimo. Assim, a diferença entre o repasse legalmente permitido e o valor economizado geraria um saldo que, ao ser dividido, poderia constituir uma emenda legítima do Legislativo ao Executivo, ampliando a capacidade de investimento da cidade”, afirmou.

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