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Justiça adia júri popular de três réus por morte de PM Juliane em 2018

Julgamento, previsto para fim de outubro, foi remarcado para 27 e 28 de novembro

Beatriz Mirelle
06/11/2025 | 15:29
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André Henriques/DGABC
André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) remarcou para os dias 27 e 28 de novembro o júri popular dos três homens suspeitos de envolvimento no caso da policial militar Juliane dos Santos Duarte, moradora de São Bernardo, morta em 2018. Felipe Oliveira da Silva, Felipe Carlos Santos de Macedo e Everaldo Severino da Silva Felix estão presos preventivamente e respondem por homicídio qualificado.

Segundo a decisão, o adiamento ocorreu porque o advogado de um dos suspeitos não compareceu ao Fórum Criminal da Barra Funda, na Capital, em 29 de outubro - dia previsto para início do júri.

Os homens teriam participado do sequestro de Juliane, em 1º de agosto de 2018, em um bar em Paraisópolis, na Zona Sul. Ela se apresentou como policial após uma pessoa perder o celular no local. Minutos depois, quatro homens encapuzados a raptaram. Morta a tiros, o corpo da PM foi encontrado em 6 de agosto, no porta-malas de um veículo, no bairro Campo Grande, a oito quilômetros do último endereço onde foi vista.

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Na época, ela trabalhava há dois anos como policial militar. Antes, tinha atuado como GCM (Guarda Civil Metropolitana) na Capital. Os réus podem pegar de 12 a 30 anos de prisão por homicídio qualificado contra agente de segurança.




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