Palavra do Leitor
FOTO: DGABC

Recorde do Diário – 1
‘Com 3,8 milhões de visualizações no site, Diário bate recorde’ (Setecidades, dia 2). Parabéns a todos do Diário pelo recorde alcançado!
Sérgio Paz - Capital
Recorde do Diário – 2
A extensão é muito grande. Acompanho aqui do norte de Goiás desde os primórdios do veículo nas redes sociais.
Darlan Alves - do Instagram
Morre Lô Borges – 1
‘Morre Lô Borges, ícone do Clube da Esquina, aos 73 anos’’ (www.dgabc.com.br). A música brasileira está de luto.
Janete Pac - do Instagram
Morre Lô Borges – 2
Nossa MPB (Música Popular Brasileira) entra em luto pela perda e morte de Salomão Borges Filho, aos 73 anos, mais conhecido como Lô Borges. Ele, ao lado de Milton Nascimento, Márcio Borges, Beto Guedes, Fernando Brant, Wagner Tiso e Toninho Horta, fez parte do universo da música e da criação do Clube da Esquina. Movimento musical brasileiro, o Clube nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, no início dos anos 1970 e era um ponto de encontro de jovens músicos.
Cecél Garcia - Santo André
Operação no Rio – 1
É fácil para a extrema direita acusar o governo federal pela situação no Rio. Mas a responsabilidade pela segurança pública é dos Estados! Esquecem também que o governo federal propôs a PEC para a criação do Sistema Único de Segurança Pública, e ela está emperrada justamente por oposição dos governadores de direita, que agora propõem um Consórcio da Paz (SIC). A PEC propõe a unificação dos esforços de segurança com a integração nos 3 níveis (federal, estadual e municipal). Quanto à ação violenta da Polícia do Rio, qual o resultado além das execuções? Os chefões não foram presos e o território não foi ocupado pelo Estado. O arsenal apreendido foi impressionante, e lembro que o governo do inelegível facilitou a aquisição de armamentos, inclusive fuzis, aos autodenominados CACs (caçadores, atiradores e colecionadores), sem o devido filtro, o que ajudou a aumentar o poder de fogo das facções. Isto posto, reflitam.
João Paulo Mendes Parreira - São Caetano
Operação no Rio – 2
As cenas de guerra no Rio escancaram o fracasso da segurança no Brasil. Sem plano para enfrentar o crime organizado, Lula terceirizou o problema ao ministro Alexandre de Moraes, como se o STF fosse órgão policial. O presidente posa de defensor da soberania dos Estados, mas abandona territórios dominados por facções. Das favelas às florestas da Amazônia, o crime avança onde o Estado se omite. Cabe ao governo proteger a vida, a família e o patrimônio, mas até o direito de ir e vir virou artigo de luxo no país.
Izabel Avallone - Capital
Senado e STF
A Operação Lava Jato, ao funcionar em Curitiba, no CEP indevido, foi totalmente desfeita. Sob a mesma jurisprudência, os julgamentos condenatórios dos golpistas no foro indevido, abrangendo réus sem foro privilegiado, também podem ser totalmente desfeitos pela Presidência do Senado. Por omissão, conivência ou imprudência da Presidência do Senado que, constitucionalmente é o único que pode corrigir ou punir os guardiões da Constituição, ou exercer o seu poder corretivo para colocar o Brasil em ordem ou por intervenção externa, fica sujeito à Lei Magnitsky.
Humberto Schuwartz Soares - Vila Velha (ES)
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