Economia Titulo União Europeia

Bolsas da Europa fecham em queda com balanços, inflação e falas de Trump

A bordo do avião presidencial, americano teria dito não ter intenções de reiniciar negociações com o Canadá e relevou que "adoraria" eliminar a tarifa extra de 10% sobre a China

31/10/2025 | 14:11
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FOTO: Banco de Dados/Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


As bolsas europeias fecharam em queda nesta sexta-feira, 31, em um pregão marcado pela cautela dos investidores após a divulgação de dados de inflação na zona do euro e a repercussão de balanços corporativos. Falas do presidente dos EUA, Donald Trump, reforçaram o movimento baixista no fim do pregão.

Em Londres, o FTSE 100 recuou 0,44%, aos 9.717,25 pontos, com avanço de 0,74% no mês. O DAX, em Frankfurt, registrou queda de 0,68%, aos 23.954,45 pontos, com recuo mensal de 1,18%. Em Paris, o CAC 40 caiu 0,44%, aos 8.121,07 pontos, com queda de 1,27% no mês. O FTSE MIB, de Milão, encerrou com baixa de 0,06%, aos 43.175,32 pontos, mas subiu 1,62% no mês. O Ibex 35, em Madrid, registrou perdas de 0,04%, aos 16.033,70 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 teve queda de 0,23%, aos 8.426,96 pontos, com avanço de 0,69% em outubro. As cotações são preliminares.

A bordo do avião presidencial, Trump teria dito não ter intenções de reiniciar negociações com o Canadá e relevou que "adoraria" eliminar a tarifa extra de 10% sobre a China, segundo a Reuters. O mercado já vinha sem fôlego apesar da desaceleração da inflação ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro.

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A Oxford Economics avalia que o índice está a caminho de retomar a tendência de queda e deve ficar abaixo de 2% em 2026, mas o BCE deve "manter as taxas estáveis", especialmente após a presidente Christine Lagarde afirmar que a política monetária segue em "bom lugar".

Entre os destaques corporativos, Puig Brands avançou mais de 9% em Madri após resultados acima das previsões, impulsionados pela forte demanda por novos produtos. O Danske Bank subiu mais de 3% em Copenhague após divulgar lucro ligeiramente acima do esperado no trimestre.

Na contramão, a Scor caiu cerca de 12,5% em Paris ao reportar lucro abaixo das estimativas e alertar para custos mais altos de resseguro. Já a Fresnillo recuou mais de 2% em Londres após anunciar a compra da canadense Probe Gold, ampliando sua presença no setor de mineração de ouro.

*Com informações da Dow Jones Newswires




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