Palavra do Leitor
FOTO: DGABC

Massacre no Rio – 1
‘Defensoria aponta indícios de ilegalidade na operação mais letal do Rio’ (www.dgabc.com.br). Atacar a polícia com drones, fuzil e barricadas é legal?
Evandro Silva Filho - do Facebook
Massacre no Rio – 2
Até parece que acabar com um ponto de distribuição vai acabar com o tráfico de drogas. O Rio está seguro agora? Como afirmar que todos eram bandidos? Favelado não é sinônimo de bandido.
Roberta de Souza Santos - do Facebook
Massacre no Rio – 3
‘Megaoperação contra o Comando Vermelho no Rio supera número de mortos do massacre do Carandiru’ (www.dgabc.com.br). Fico assustada com a sede de sangue das pessoas... Aposto que a maioria ainda se diz cristã.
Alessandra Alves Viana - do Facebook
Massacre no Rio – 4
A guerra no Rio acendeu o alerta de diversos países sobre a segurança de seus turistas. Rio, São Paulo, Recife e Salvador aparecem como cidades violentas. Se os governantes não quiserem que seus Estados sejam ‘cidades suspeitas’, é hora de agir contra a violência. Em breve, eleições trarão promessas facilmente esquecidas. A violência não só espanta turistas, como atormenta quem sobrevive nela. Enquanto o governo federal parece perdido, sem plano para enfrentar as facções, estas seguem estruturadas. Quando um ministro da Justiça alega que uma operação não pode ser comunicada ao 2º ou 3º escalão, fica claro que o 1º escalão hesita e titubeia.
Izabel Avallone - Capital
Massacre no Rio – 5
É o cúmulo do absurdo: a Comissão de Direitos Humanos, dominada por partidos de esquerda, pediu a prisão preventiva do governador do Rio. Querem palco e manchete, nada mais. O povo, felizmente, já aprendeu a reconhecer oportunistas. Quando um cidadão é executado, ninguém da turma aparece para consolar famílias. A guerra no Rio não começou ontem, mas até hoje não se ouviu um pio contra drones com bombas ou traficantes de fuzil em punho. A ignorância dessa gente é cruel. São ‘militontos’ a serviço do governo. Que tal enfrentarem as facções levando flores?
Luciana Lins - Campinas (SP)
Pressão da água
‘Redução da pressão noturna poupa água para 6 meses em São Bernardo’ (www.dgabc.com.br). Não tem redução, a noite fecham tudo.
Nilce Terezinha Souza - do Facebook
Fala condenável
‘Justiça de SP condena homem que chamou morte do neto de Lula de ‘justiça divina’’ (www.dgabc.com.br). Meu Deus, misericórdia! Como falar isso quando uma criança faleceu... A dor dos pais da família. A que ponto chega o ser humano.
Elisa Patty - do Instagram
Lei de responsabilidade
A LFR (Lei de Responsabilidade Fiscal) é básica. Foi criada para limitar os gastos às receitas e a transgressão se sujeita a impeachment. O objetivo é moralizar os gastos públicos, mas, no jeitinho brasileiro, há transgressão sem punição. Para trapacear a LRF muitos gastos não são despesas. É o que acontece no Brasil sob a complacência e cumplicidade do Legislativo, no famoso ‘toma lá dá cá’. Já imaginou o superávit familiar, sem as contas de luz, farmácia, gás, aluguel, água, escola e IPTU. Só os gastos com alimentação e vestes. Exige-se do presidente, governadores e prefeitos sobriedade com os recursos públicos, muito mais que na família.
Humberto Schuwartz Soares - Vila Velha (ES)
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