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Camisa da Seleção Brasileira ganha nova tecnologia de fluxo de ar

O projeto é resultado de uma pesquisa desenvolvida nos últimos cinco anos pelo laboratório de inovação da marca

24/10/2025 | 10:05
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FOTO: Reprodução/Instagram Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


A Nike anunciou nesta quinta-feira detalhes das tecnologias que farão parte da nova camiseta oficial da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026. O projeto é resultado de uma pesquisa desenvolvida nos últimos cinco anos pelo laboratório de inovação da marca.

A tecnologia, que recebe o nome Aero-Fit, têm como objetivo combater a umidade e o impacto do calor do campo no corpo dos jogadores.

Em comparação aos designs anteriores, o de 2026 busca oferecer mais do que o dobro de fluxo de ar, facilitando a circulação entre a pele dos atletas e o tecido e promovendo a redução do estresse térmico durante a partida.

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Testes iniciais e controlados mostraram que o novo material oferece 238% mais ventilação do que as criações anteriores. A Nike afirmou ter feito testes em temperaturas similares às antecipadas para as semanas da Copa, que será disputada entre junho e julho, isto é, durante o verão.

A eficiência é obtida por meio da adição de malhas elípticas nas áreas do corpo que mais acumulam calor. A estrutura consegue criar canais e fazer com que o fluxo de ar fique constante.

De acordo com os desenvolvedores, a sensação de utilizar a peça é similar à um "ar condicionado natural" que permite que os jogadores fiquem "frescos e secos" por mais tempo.

Janett Nichol, vice-presidente de inovação em vestuário da empresa, disse em entrevista ao UOL que atletas de todas as confederações serão beneficiados com a tecnologia independentemente do desenho da camisa.

Além das vantagens no funcionamento, o Aero-Fit é o primeiro tecido de alto desempenho produzido 100% por resíduos têxteis - serão 70% sobras industriais e 30% de materiais pós-consumo. O processo de reciclagem será químico permitindo múltiplos ciclos de reaproveitamento sem que haja perda de qualidade.

A Nike projeta que as tecnologias também sejam implementadas em peças de outras modalidades esportivas, como no basquete e no atletismo.

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