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'Não sei quem matou Odete Roitman', brinca delegada do DHPP de São Paulo

A repercussão da morte de Odete Roitman, vilã interpretada pela atriz Debora Bloch no remake da novela Vale Tudo, da TV Globo, tem mobilizado autoridades que investigam homicídios - e não apenas na ficção

13/10/2025 | 10:25
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FOTO: Reprodução/Redes Sociais e Tv Globo Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


A repercussão da morte de Odete Roitman, vilã interpretada pela atriz Debora Bloch no remake da novela Vale Tudo, da TV Globo, tem mobilizado autoridades que investigam homicídios - e não apenas na ficção.

A delegada Ivalda Aleixo, chefe do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil de São Paulo, foi até as redes sociais nesta semana para comentar o assassinato.

"Eu não sei quem matou Odete Roitman, isso é uma resposta às inúmeras mensagens que nós recebemos", disse. "Mas tenho certeza que nossos colegas do Rio de Janeiro, da capital fluminense, vão esclarecer esse homicídio", acrescentou.

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Ao todo, quase 5 mil pessoas já curtiram a postagem. "Vocês perguntaram tanto, que a Dr. Ivalda decidiu se pronunciar: o DHPP de São Paulo não está investigando o homicídio da empresária Odete Roitman", diz a legenda.

A publicação foi feita em conjunto entre o perfil da delegada e do próprio DHPP no Instagram - por lá, o vídeo com o comentário sobre a novela contrasta, por exemplo, com postagens sobre avanços em investigações reais.

O DHPP, com sede no centro de São Paulo, é responsável pela apuração de alguns dos homicídios de maior repercussão ocorridos no Estado, como a morte do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes, executado a tiros de fuzil no mês passado em Praia Grande, no litoral paulista.

Cinco suspeitos de envolvimento no crime foram presos até o momento - outros dois estão foragidos. Uma outra pessoa foi morta em suposto confronto no Paraná.

Em 1988, delegados do Deic analisaram o crime da novela

Na primeira edição da novela, em 1988, o Jornal da Tarde escalou o repórter Fausto Macedo e o fotógrafo Rolando de Freitas para contar como policiais civis de São Paulo também estavam no encalço do assassino.

Na época, o delegado Marco Antônio Desgualdo, que comandava uma das equipes da Divisão de Homicídios, deu seu parecer e cravou quem seria a assassina na novela.




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