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Dólar recua com foco no petróleo, mas DXY e treasuries limitam

O dólar passou a cair frente ao real em meio à desaceleração dos ganhos da divisa americana ante outras moedas emergentes e a valorização do petróleo

06/10/2025 | 09:44
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FOTO: Reprodução/Internet Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


O dólar passou a cair frente ao real em meio à desaceleração dos ganhos da divisa americana ante outras moedas emergentes e a valorização do petróleo. Na abertura desta segunda-feira, 6, no entanto, a divisa americana ajustou-se aos fortes ganhos generalizados no exterior e, há pouco, voltava a rodar mais perto da estabilidade diante da forte valorização externa.

Lá fora, euro, libra, iene caem, enquanto os títulos do Tesouro americano e de países europeus sobem, em especial os franceses, por preocupações políticas na França e Japão. O primeiro-ministro francês Sébastien Lecornu renunciou menos de 24 horas após formar seu governo, e o presidente Emmanuel Macron aceitou o pedido de renúncia.

Além disso, o sexto dia da paralisação do governo dos EUA impede a divulgação de indicadores oficiais, gera incertezas e dificulta as previsões sobre a economia e as apostas na política monetária.

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Internamente, investidores olham o Boletim Focus. A mediana do relatório Focus para a inflação suavizada nos próximos 12 meses passou de 4,28% para 4,21%. A mediana para o IPCA de 2025 caiu de 4,81% para 4,80% - acima do teto da meta, de 4,50%; e para o IPCA de 2026 seguiu em 4,28%. A mediana para a cotação do dólar no fim de 2025 caiu de R$ 5,48 para R$ 5,45.

Os aluguéis residenciais avançaram 0,30% em setembro, ligeiramente acima de agosto (+0,28%). Em 12 meses até setembro, a alta foi de 4,04%, levemente menor que os 4,08% registrados até agosto.

O ministro do STF Gilmar Mendes afirmou que a Corte deve buscar transições justas na análise da "pejotização", equilibrando livre iniciativa, novas formas de trabalho e dignidade humana, durante abertura de audiência pública nesta segunda.

A taxa anual de inflação ao consumidor (CPI) dos países que integram a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) ficou em 4,1% em agosto, repetindo o nível de julho.

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