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Veja quais bares foram interditados em São Bernardo por suspeita de metanol

Estabelecimentos interditados divulgaram notas nas redes sociais sobre o caso

05/10/2025 | 15:01
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FOTO: Reprodução/Celso Luiz/DGABC
FOTO: Reprodução/Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


No total, quatro estabelecimentos comerciais foram interditados em São Bernardo na última semana sob suspeita de venderem bebidas alcoólicas adulteradas com metanol. As interdições fazem parte de uma investigação que apura cinco óbitos no município.

Os estabelecimento fechados na cidade são: Boteco da Villa no Pauliceia; Villa Jardim Bar no Taboão; Adega do Braga, no Parque dos Químicos; e um estabelecimento não revelado no Ferrazópolis.

A Prefeitura iniciou uma força-tarefa de fiscalização em estabelecimentos que comercializam bebidas alcoólicas no município, com auxílio também da Polícia Civil. A operação marca a criação de um comitê intersecretarial para averiguar os casos envolvendo suspeitas de intoxicação por metanol na cidade. São cinco mortes confirmadas por suspeita de intoxicação por metanol em São Bernardo.

DGABC

Até o momento, os estabelecimentos envolvidos se manifestaram por meio de notas em suas redes sociais. Confira os esclarecimentos:

Boteco da Vila

O Boteco da Villa informou que o estabelecimento passa por interdição cautelar da Vigilância Sanitária em ação preventiva. A casa destacou que todas as bebidas são adquiridas de distribuidores com procedência garantida, sem indícios ou evidências de adulteração.

Segundo a nota, a interdição é considerada precipitada e meramente cautelar, sem comprovação de irregularidades. O bar afirmou que está tomando medidas judiciais para reabrir e retomar as atividades, reforçando a transparência e responsabilidade da sua trajetória.

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Villa Jardim Bar

O Villa Jardim informou que, diante dos recentes incidentes de contaminação por metanol registrados no Brasil e no exterior, decidiu suspender temporariamente suas atividades até que a situação seja esclarecida.

O bar ressaltou que todas as bebidas comercializadas são adquiridas de distribuidores com muitos anos de mercado, comprovadas por notas fiscais, e compradas lacradas em condição original.

Segundo o comunicado, há conhecimento de apenas um relato em que foi alegado consumo de bebida no local seguido de mal-estar. O Villa Jardim afirmou prezar pela qualidade dos produtos e serviços, estar colaborando com as autoridades e se solidarizar com as pessoas afetadas.

Adega do Braga

A Adega do Braga afirmou que os clientes conhecem a procedência do estabelecimento e que não seria necessário se explicar tanto, mas classificou como “vergonha” a forma como ocorreu a abordagem da fiscalização.

O comunicado destaca que os responsáveis deveriam focar nos fabricantes ou adotar medidas gerais, e não fechar comércios de bairro, o que prejudica financeiramente os proprietários.

A adega agradeceu o apoio recebido e ressaltou que a situação envolve vidas, defendendo que os culpados sejam responsabilizados.

O quarto estabelecimento não foi identificado e não há uma nota oficial ou comunicado.




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