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Petróleo fecha em alta no dia, mas cai cerca de 7% na semana com aposta

O petróleo WTI para novembro, negociado na New York Mercantile Exchange, fechou em alta de 0,66% (US$ 0,40), a US$ 60,88 o barril

03/10/2025 | 16:09
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 FOTO: Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


Os contratos mais líquidos do petróleo encerraram a sessão desta sexta-feira em alta, recuperando parte das perdas da semana após quatro dias consecutivos de queda. Os investidores acompanham a escalada de tensões geopolíticas, além do possível aumento de produção pela Opep+. Também no radar está o terceiro dia de paralisação do governo dos EUA.

O petróleo WTI para novembro, negociado na New York Mercantile Exchange, fechou em alta de 0,66% (US$ 0,40), a US$ 60,88 o barril. O WTI acumula perdas de 7,36% na semana. Já o Brent para dezembro, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), subiu 0,66% (US$ 0,42), a US$ 64,53 o barril, com 6,78% de baixas acumuladas na semana.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Hamas tem até às 19 horas (de Brasília) do domingo para decidir se aceita ou não o acordo pelo fim da guerra contra Israel, proposto pelos EUA nessa semana. O petróleo acelerou alta após o ultimato.

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Na Europa, o mercado monitora o risco de interrupção do fornecimento de petróleo da Rússia, com o G7 ameaçando impor sanções contra a negociação da commodity russa. Para analistas da Commerzbank, o risco de punições mais duras "sobre o petróleo russo representa um contrapeso a qualquer queda acentuada nos preços".

A Opep+ (Organização de Países Exportadores de Petróleo e aliados) decide no domingo se aumenta a oferta da commodity em cerca de 500 mil barris por dia (bpd), de acordo com informações publicadas pela imprensa internacional.

Apesar de o aumento de 500 mil bpd ser apenas uma das opções em discussão, a Capital Economics pondera que o mercado está "enfrentando um grande excesso de oferta que vai pesar fortemente sobre os preços no próximo ano."

Também no radar, investidores acompanham um incêndio que atingiu a refinaria de petróleo da Chevron, nos arredores de Los Angeles, além da queda no número de poços e plataformas de petróleo em atividade nos EUA na semana.

*Com informações de Dow Jones Newswires




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