Consumidor O resultado superou o teto das estimativas da pesquisa Projeções Broadcast, de alta de 0,60%
FOTO: Valter Campanato/Agência Brasil

O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) encerrou setembro com alta de 0,65%, após avanço de 0,33% na terceira quadrissemana e queda de 0,44% em agosto, conforme informações divulgadas nesta quarta-feira (1), pelo FGV (Fundação Getulio Vargas). Com o resultado, o IPC-S acumula alta de 3,78% nos últimos 12 meses finalizados em agosto. No ano, a valorização é de 3,28%.
O resultado superou o teto das estimativas da pesquisa Projeções Broadcast, de alta de 0,60%. O piso era de 0,48% e a mediana era de 0,58%.
Houve acréscimo em cinco dos oito grupos que compõem o IPC-S na passagem de agosto para setembro: Habitação (-0,80% para 2,13%); Educação, Leitura e Recreação (-1,79% para 2,00%), Transportes (-0,24% para 0,30%), Alimentação (-0,50% para -0,18%) e Comunicação (0,04% para 0,07%)
Em contrapartida, foi registrada perda de fôlego nos grupos Vestuário (0,23% para -0,17%); Saúde e Cuidados Pessoais (0,24% para -0,06%) e Despesas Diversas (0,23% para -0,13%).
Influências
As maiores influências individuais que puxaram o índice para cima na passagem da terceira para a quarta quadrissemana de setembro partiram de tarifa de eletricidade residencial (5,73% para 10,34%); passagem aérea (7,83% para 18,91%); condomínio residencial (1,28% para 2,05%); refeições em bares e restaurantes (0,83% para 0,90%) e seguro facultativo para veículo (2,21% para 3,33%).
Na outra ponta, puxaram o índice para baixo tomate (-14,65% para -12,78%); desodorante (-6,73% para -9,17%); perfume (-1,78% para -3,44%); leite tipo longa vida (-0,83% para -1,79%) e batata-inglesa (-4,56% para -6,86%).
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