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Michelle defende candidatura de Bolsonaro e diz não querer ser presidente

Ex-primeira-dama participou de um encontro do PL Mulher em Ji-Paraná, em Rondônia

27/09/2025 | 20:49
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FOTO: Divulgação/PL Mulher
FOTO: Divulgação/PL Mulher Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou, durante um evento do PL neste sábado (27), que não quer ser candidata a presidente da República e pediu aos correligionários que trabalhem para eleger Jair Bolsonaro para o cargo - o ex-presidente atualmente está inelegível e em prisão domiciliar.

Michelle ainda fez críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e disse que tem sido alvo de "humilhação" por ser submetida à revista policial durante o cumprimento da prisão domiciliar de Bolsonaro.

A ex-primeira-dama participou de um encontro do PL Mulher em Ji-Paraná, em Rondônia.

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Em entrevista publicada na última quarta-feira, 24, concedida ao jornal britânico The Telegraph, Michelle havia admitido que poderia assumir uma candidatura caso fosse necessário para a defesa do legado de Jair Bolsonaro.

No evento deste sábado, ela afirmou que será "a voz" de Bolsonaro pelo Brasil e até no exterior.

"Nós precisamos eleger o maior número de deputados e senadores em 2026 e vamos trabalhar pra reeleger o nosso presidente Jair Bolsonaro. Porque eu não quero ser presidente, não, eu quero ser primeira-dama. E eu sei que a restituição de nossa nação virá", discursou.

A liberal fez críticas à tornozeleira eletrônica aplicada a Bolsonaro pelo ministro Alexandre de Moraes e reclamou da imposição de revista policial para as entradas e saídas de sua casa.

"Nem traficante e bandido tá tendo o tratamento que eu tô tendo hoje na minha casa. A minha filha presenciando essa humilhação, essa violação de direitos porque ela não tem culpa, e o carro dela tem que ser revistado na hora que ela sai e ela chega. Uma menina de 14 anos. O meu fusca foi revistado", afirmou Michelle.

Essas restrições foram impostas por Moraes após ter decretado a prisão domiciliar de Bolsonaro, no início de agosto, diante do descumprimento das medidas cautelares anteriores. 

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