Atentado foi impedido Criminosos abordados na época confessaram que o delegado geral do Estado estava jurado de morte
FOTO: Mônica Andrade/Governo do Estado de SP

O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, disse durante coletiva de imprensa nesta quinta-feira (18) que o ex-delegado geral da Polícia Civil do Estado, Ruy Ferraz, 63 anos, morador de São Caetano morto em uma emboscada no último dia 15, sofreria um atentado do PCC (Primeiro Comando da Capital) em 2011 e explicou como o plano da facção criminosa foi interrompido.
“Eu comandava o pelotão da Rota Vespertina na época e recebemos uma denúncia anônima de que um policial civil possivelmente sofreria um atentado do PCC. Passaram as características de um veículo que estariam próximo ao 69° Distrito Policial, na Zona Leste”, afirmou.
Derrite contou que encontraram os indivíduos, os quais portavam arma de fogo e confessaram estar lá para atentar contra Ruy Ferraz. Eles indicaram outros locais onde teriam mais armas.
Um deles era Francisco Aurilio da Silva de Melo, apelidado de XT, que fazia parte do Grupos dos 14 do PCC, e foi preso, mas solto posteriormente.
“Lamentavelmente, por conta da fragilidade da nossa legislação, ele não ficou preso. Mesmo estando ali preso em flagrante com um fuzil para cometer um atentado contra um delegado, foi posto em liberdade”, enfatizou.
LEIA TAMBÉM:
Suspeito de executar ex-delegado é de São Bernardo e integra o PCC
Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.