Caiu na conta O governo estadual repassou os recursos diretamente aos municípios da região, por meio do Fundo Estadual de Saúde
FOTO: Divulgação

O prefeito de Santo André, Gilvan Ferreira (PSDB), participou nesta segunda-feira (15), ao lado do secretário estadual de Saúde, Eleuses Paiva, da 3ª Oficina de Regionalização da Saúde SP, realizada na Unip (Universidade Paulista), campus Jaguaré, em São Paulo. Durante o encontro, Gilvan confirmou que os R$ 150 milhões destinados à saúde do Grande ABC pelo governo do Estado já estão na conta dos municípios.
Os recursos foram anunciados recentemente pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e serão aplicados para manutenção e ampliação dos serviços da rede municipal.
O governo do Estado repassou os recursos diretamente aos municípios do Grande ABC, por meio do Fundo Estadual de Saúde. Do total, R$ 30 milhões foram destinados a Santo André, R$ 50 milhões a São Bernardo, R$ 15 milhões a São Caetano, R$ 30 milhões a Diadema, R$ 10 milhões a Mauá, R$ 10 milhões a Ribeirão Pires e R$ 5 milhões a Rio Grande da Serra.
Apesar de comentar sobre o recurso andreense, Gilvan representou o Grande ABC no evento. Apenas São Bernardo ainda não recebeu os valores em razão de dificuldades no envio da documentação.
“Essa é uma conquista muito importante para Santo André. Estamos garantindo mais recursos para fortalecer o atendimento na ponta, com serviços de saúde mais próximos, humanizados e dignos para a nossa população. A regionalização é importante para organizar e ampliar esse acesso, permitindo que municípios trabalhem de forma integrada em benefício dos moradores”, destacou o prefeito Gilvan Ferreira.
O secretário estadual de Saúde, Eleuses Paiva, ressaltou a relevância da parceria: “Fico feliz de estar aqui ao lado do Gilvan, que como secretário de Saúde fez um trabalho exemplar. Agora, com esse aporte de R$ 30 milhões e com o Gilvan à frente do executivo, vamos melhorar ainda mais a saúde de Santo André.”
A oficina teve como foco discutir a regionalização da saúde nas RRAS 1 a 6, que abrangem a Grande São Paulo e a Capital. A proposta é organizar o sistema de saúde de forma mais eficiente, equilibrando responsabilidades entre Estado e municípios, além de ampliar a oferta de serviços especializados e de média e alta complexidade.
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