Indicadores econômicos É uma desaceleração frente ao mesmo período até junho, quando a alta era de 3,96%
FOTO: Marcello Casal Jr./Da Agência Brasil

O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central) acumulou alta de 3,54% nos 12 meses encerrados em julho, na série sem ajuste sazonal, informou a autarquia nesta segunda-feira (15). É uma desaceleração frente ao mesmo período até junho, quando a alta era de 3,96% (revisado, de 3,94%).
O índice ex-agropecuária, que exclui os efeitos do setor, cresceu 2,91% - também desacelerando frente ao mesmo intervalo de tempo até junho, quando avançava 3,34% (revisado, de 3,33%). O indicador da agropecuária acumulou alta de 13,08% nos 12 meses até julho, contra 13,35% (revisado, de 13,19%) no mesmo período até o mês anterior.
Também em 12 meses, a taxa acumulada pelo IBC-Br da indústria passou de 2,98% (revisado, de 2,99%) para 2,53%. O índice de serviços passou de 3,30% (revisado, de 3,29%) para 2,97%. A alta do indicador de impostos - equivalente, em linhas gerais, à rubrica de impostos líquidos sobre produtos do PIB (Produto Interno Bruto) - passou de 4,20% (revisado, de 4,19%) para 3,38%.
No acumulado de janeiro a julho de 2025, o IBC-Br total cresceu 2,91% na comparação com o mesmo período de 2024. O índice ex-agropecuária avançou 2,06%, enquanto o indicador próprio do agro teve alta de 14,80%. A indústria subiu 2,07%; os serviços, 2,15%; e os impostos, 1,67%.
Trimestre
No trimestre móvel encerrado em julho, na série com ajuste sazonal e frente aos três meses anteriores, o IBC-Br total caiu 1,0%. O índice ex-agropecuária cedeu 0,24%, e o específico do agro recuou 6,85%. A indústria caiu 0,91%; os serviços avançaram 0,19%; enquanto os impostos cederam 1,03%.
Considerando o mesmo período, mas frente ao trimestre móvel de maio a julho de 2024 e na série sem ajuste sazonal, o IBC-Br total cresceu 1,97%. O índice ex-agropecuária teve alta de 1,75%, e o específico do agro, de 5,71%. A indústria avançou 1,50%; os serviços, 2,14%; e os impostos, 0,52%.
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