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Hélio Lopes espera que anistia seja pautada ainda nesta semana

Lopes enfatizou que não faz parte da liderança, mas disse que União e PP têm demonstrado que querem colocar a anistia em pauta

15/09/2025 | 10:01
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FOTO: Reprodução/Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


O deputado Hélio Lopes (PL-RJ), aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmou neste domingo (14) que espera que a anistia seja pautada na Câmara ainda nesta semana. Lopes enfatizou que não faz parte da liderança, mas disse que União e PP têm demonstrado que querem colocar a anistia em pauta.

A declaração foi dada há pouco, quando o deputado chegou ao hospital DF Star em Brasília, onde Bolsonaro está para realizar um procedimento dermatológico. Lopes não entrou nas dependências do hospital. Ele somente se juntou a um grupo de apoiadores do ex-presidente que o aguarda na saída do hospital.

O deputado também disse que o voto do ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), na semana passada mostrou "quem está certo e quem está errado". Fux foi o único ministro da 1ª Turma do Supremo a votar pela absolvição de Bolsonaro. O ex-presidente foi condenado por maioria a 27 anos e 3 meses de prisão por comandar uma tentativa de golpe de Estado.

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Lopes enfatizou ainda que "não existe anistia leve ou light" e disse que Bolsonaro será candidato à presidência da República em 2026. O ex-presidente está inelegível desde junho de 2023. Também disse que ainda não recebeu resposta para seu pedido de autorização para visitar o ex-presidente.

Bolsonaro, de 70 anos, está no hospital para retirar lesões na pele. Um "nevo melanocítico do tronco", uma pinta que costuma ser benigna, e um segundo material que será encaminhado para biópsia.

O deslocamento até o local foi autorizado pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes. Bolsonaro foi escoltado por policiais penais do Distrito Federal.

Essa é a primeira saída do ex-presidente após a condenação por tentativa de golpe de Estado pelo STF. Ele está acompanhado por dois de seus filhos, os vereadores Carlos e Renan Bolsonaro, que atuam nas Câmaras do Rio de Janeiro e de Balneário Camboriú (SC), respectivamente.

Mais cedo, no X, antigo Twitter, Carlos Bolsonaro criticou a escolta, a qual classificou como "circo armado" e "humilhação de um homem honesto". "Fica claro: o objetivo é fragilizá-lo, expô-lo e ofendê-lo, em nome da tal missão dada, missão cumprida - até mesmo durante uma cirurgia! Isso é método de abate!", escreveu.

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