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Carlos Bolsonaro ironiza Mauro Cid após condenação no STF: 'Parabéns'

Cid, como Bolsonaro e outros seis réus, integrou o "núcleo crucial" ou "central" da tentativa de golpe de Estado

12/09/2025 | 14:51
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FOTO: Guilherme Nery/CMRJ Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


Um dia depois da condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a 27 anos e três meses de prisão, o vereador do Rio Carlos Bolsonaro (PL) voltou suas críticas para Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência, delator no caso .

Na manhã desta sexta-feira, 12, Carlos publicou em tom de ironia: "Parabéns pelo que fez na história brasileira, Mauro Cid!". A mensagem foi fixada em seu perfil oficial no X (antigo Twitter).

Cid, como Bolsonaro e outros seis réus, integrou o "núcleo crucial" ou "central" da tentativa de golpe de Estado. Apesar de ter sido condenado pelos cinco crimes imputados pela Procuradoria-Geral da República (PGR), o ex-ajudante recebeu a pena mais branda entre os réus devido ao acordo de delação: dois anos em regime aberto.

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Na delação, o militar revelou detalhes de encontros, documentos e estratégias que indicaram esforços de Bolsonaro e aliados para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), então recentemente eleito.

O acordo fez de Cid um alvo de críticas de apoiadores do ex-presidente. Carlos Bolsonaro já havia se posicionado contra o militar em fevereiro, quando foi citado nas declarações por suposto envolvimento no "gabinete do ódio", focado na disseminação de notícias falsas.

"Cada segundo fica mais claro que o Coronel das Forças Especiais, com curso de bolinhas de gude e peteca, conhecido como Mauro Cid, não é apenas um pobre coitado que sofria ameaças para delatar. Em suas colocações assinadas, expõe falsas acusações sem provar nada a todo momento", escreveu o vereador à época.

Irmão de Carlos, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu na quinta-feira, 11, a aprovação de uma anistia com efeito desde o início do inquérito das fake news. "Vamos unir o Parlamento e fazer anistia ampla, geral e irrestrita para todos, incluindo Bolsonaro. Anistia criminal, administrativa, eleitoral", disse.

Ele também criticou o relator Alexandre de Moraes, que chamou de "psicopata".




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