Em São Caetano Alunos fizeram petição para homenagear Mario Eugênio Longato
FOTO: Reprodução

Alunos do professor de São Caetano Mario Eugênio Longato, 66 anos, vítima de latrocínio na Capital na última sexta-feira (6), fizeram uma petição on-line, que conta com 3.035 assinaturas, para pedir a troca do nome da Fatec (Faculdade de Tecnologia) Antonio Russo para homenagear o docente. Entretanto, para isso será preciso criar um PL (Projeto de Lei) que passará por aprovação na Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo).
Responsável pela criação do documento, o estudante da instituição Vanderlei Bueno da Cunha Júnior, 30, diz que já reuniram uma quantidade de assinaturas suficientes e que em breve o ofício será enviado ao CPS (Centro Paula Souza), responsável pela gestão das Fatecs no Estado. “No momento, estamos buscando algum deputado que deseje ser patrono da causa”, informou Júnior.
A denominação atual da Fatec de São Caetano foi estabelecida pela Lei 15.814/2015. O CPS disse que, independente da decisão, já avalia as possibilidades para homenagear o professor. O diretor da Fatec de São Caetano, João Carlos Fernandes, 59, explicou que ao menos uma sala da instituição, onde Longato coordenou o curso da Segurança da Informação por 12 anos, levará seu nome como homenagem e agradecimento ao legado deixado pelo profissional.
O docente deu aulas, por 27 anos, na USCS (Universidade Municipal de São Caetano), que também pretende prestigiá-lo, atribuindo seu nome ao Laboratório de Cybersegurança do Campus Conceição, criado por Longato. O crime está sendo investigado pela 1ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio. De acordo com a SSP (Secretaria de Segurança Pública), a equipe realiza diligências para esclarecer todas as circunstâncias dos fatos. Até o momento, ninguém foi preso.
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