Oportunidade Edital prevê provas em dezembro, inscrições entre setembro e outubro e reserva de vagas para candidatos com deficiência e sistema de pontuação para pretos, pardos e indígenas
FOTO: Divulgação

A CGE-SP (Controladoria-Geral do Estado de São Paulo) divulgou nesta quarta-feira (3) o edital nº 03/2025, que abre concurso público para 200 vagas de auditor estadual de controle. O salário inicial é de R$ 17.850.
As inscrições estarão abertas de 15 de setembro a 16 de outubro, exclusivamente pelo site da FGV (Fundação Getúlio Vargas), em https://conhecimento.fgv.br/concursos, responsável pela execução do certame. O valor da taxa é de R$ 170. A prova objetiva e a discursiva, ambas eliminatórias e classificatórias, estão previstas para o dia 14 de dezembro, na cidade de São Paulo.
Do total de vagas, 5% serão reservadas para candidatos com deficiência. Pretos, pardos e indígenas poderão optar pelo sistema de pontuação diferenciada no ato da inscrição.
As oportunidades serão distribuídas entre cinco áreas de atuação: Auditoria, Contabilidade Pública e Finanças, Correição e Combate à Corrupção, Obras e Concessões e Tecnologia da Informação. Podem concorrer candidatos com ensino superior completo em qualquer área do conhecimento, em cursos de licenciatura ou bacharelado de duração plena.
A carreira de Auditor Estadual de Controle foi criada pela Lei Complementar nº 1.419/2024 e integra o Plano Anticorrupção do Governo de São Paulo, conhecido como Radar Anticorrupção. O programa reúne 118 ações previstas até 2026, das quais 80 já foram concluídas, segundo o governo.
Entre as atribuições, os auditores terão jornada de 40 horas semanais e atuarão em áreas como auditoria governamental, correição, ouvidoria, promoção da integridade, prevenção e combate à corrupção. No âmbito do Sistema de Controle Interno, os profissionais serão responsáveis por avaliar metas do plano plurianual, execução orçamentária e qualidade do gasto público.
Já no Sistema de Corregedoria, os auditores deverão conduzir ações de prevenção e apuração de irregularidades, além de acompanhar sindicâncias e processos administrativos disciplinares. O cargo também inclui a realização de estudos técnicos para ampliar a transparência pública, fortalecer o controle social e incentivar a participação da sociedade civil na prevenção à corrupção.
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