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Rampage é a prova de que uma picape não precisa ser bruta

Primeiro modelo da RAM fabricado e desenvolvido fora da América do Norte, caminhonete conquista seu lugar no mercado brasileiro

Nilton Valentim
28/08/2025 | 08:49
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FOTO: Claudinei Plaza/DGABC
FOTO: Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


A Rampage, irmã caçula das caminhonetes gigantes norte-americanas da marca RAM, é a prova viva de que uma picape pode ser brutal sem ser bruta. A primeira da família a ser produzida e desenvolvida fora da América do Norte caiu no gosto dos brasileiros, tanto que chegou à marca de 48 mil unidades emplacadas em dois anos de existência. No período de janeiro a julho deste ano, foram 15 mil vendidas.

Ao volante de uma Rampange na versão Rebel por uma semana deu para elencar alguns motivos para o sucesso. O motor 2.2 turbodiesel de 200 cv de potência, sem dúvida é um deles. Acoplado a um câmbio automático de nove marchas, ela mostrou potência tanto na cidade quanto na estrada. 

Vale lembrar que a picape também pode ser equipada como o propulsor 2.0 Hurricane 4 turbo, a gasolina, de 272 cv de potência.

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Mas é o conforto oferecido aos ocupantes que faz a diferença. Seja na acomodação – bancos em couro e o do motorista com controles elétricos –, o ar-condicionado digital dual zone, e as seis portas USB. E ainda pela funcionalidade dos equipamentos eletrônicos, como a grande tela de 12,3 polegadas da central multimídia, sensor de faixa, piloto automático adaptativo, ajuste elétrico do farol e vários outros sensores que auxiliam na condução da picape.

Mas para não esquecer que estamos falando de uma picape, a Rampage 2026 oferece sistema de tração 4x4 auto, com distribuição automática da força entre os eixos, e modo reduzida, além do assistente de descida em rampa. 




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