CPMI do INSS Em seis dias, a CPMI do INSS atingiu uma marca que CPI da Covid levou mais de 60 dias para alcançar
FOTO: Geraldo Magela/ Agência Senado

A CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) já acumulou, até a manhã desta quarta-feira (27), mais de mil requerimentos. O número foi alcançado em apenas seis dias de colegiado.
Em menos de uma semana, 1.005 requerimentos constavam no sistema do Senado Federal sobre a CPMI do INSS. Para conseguir este feito, outras CPMIs levaram muito mais tempo, como a CPMI do 8 de janeiro que levou 25 dias, e a CPI da Covid que levou 63.
Durante a sessão que ocorreu nesta terça-feira (26), foram aprovados 34 requerimentos, para além do plano de trabalho geral da comissão, proposto pelo relator da CPMI, o deputado federal Alfredo Gaspar (União-AL). Todos os presidentes do INSS desde 2015 serão convocados a depor, com presença obrigatória.
Além disso, foi aprovada a convocação de presidentes da Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência), diretores de benefícios previdenciários do INSS e presidentes de entidades associativas, todos que ocuparam esses cargos durante a última década.
Existem diversos requerimentos que ainda estão em trâmite, esperando para serem aprovados ou não. Vale ressaltar que os requerimentos não são somente sobre convocações e convites, mas também relacionados a possíveis quebras de sigilos bancários e fiscais.
No entanto, a quantidade de pedidos tem chamado a atenção dos congressistas e do STF (Supremo Tribunal Federal).
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