Anúncio No acumulado do semestre, foram criados 16.274 postos com carteira assinada na região
FOTO: Allexandre Silva/MTE

O Grande ABC gerou 1.266 vagas de emprego com carteira assinada em junho, totalizando 16.274 postos nos seis primeiros meses do ano. O número é 34% menor que as 1.959 registradas no mesmo mês de 2024. A contagem semestral é 28,18% inferior a igual período do ano passado. Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho e Emprego.
Durante o mês de junho foram realizadas 39.155 contratações e 37.899 demissões. Na divisão por cidades, Mauá, com 407 vagas geradas, foi a que obteve o melhor resultado. Em seguida aparecem São Bernardo (347), São Caetano (322), Santo André (131), Diadema (58) e Ribeirão Pires (26). Rio Grande da Serra foi a única com saldo negativo (-25).
“Esse resultado comprova que Mauá segue em ritmo de crescimento e desenvolvimento. Nossa gestão tem atuado firme para potencializar esse momento, oferecendo cursos profissionalizantes gratuitos, incentivando o empreendedorismo e atuando como facilitador para o acesso ao emprego”, comemorou o prefeito Marcelo Oliveira (PT).
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PAÍS
No Brasil foram gerados 166.621 postos de trabalho em junho. O que representa queda de 19,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. Em junho de 2024, tinham sido criados 206.310 vagas. Em relação aos meses de junho, o volume foi o menor desde 2023, quando foram abertas 155.704 vagas.
Nos seis primeiros meses do ano, foram abertas 1.222.591 vagas. Esse resultado é 6,8% mais baixo que no mesmo período do ano passado, quando foram geradas 1.311.751
SETORES
Na divisão por ramos de atividade, todos os cinco setores pesquisados criaram empregos formais em junho. A estatística foi liderada pelos serviços, com a abertura de 77.057 postos, seguidos pelo comércio, com 32.938 postos a mais. Impulsionada pela safra, a agropecuária vem em terceiro lugar, com a criação de 25.833 postos de trabalho. Em quarto lugar está a indústria (de transformação, de extração e de outros tipos), com a criação de 20.105 postos de trabalho. Por fim, o nível de emprego subiu na construção civil, com a abertura de 10.665 postos.
DESTAQUES
Nos serviços, a criação de empregos foi puxada pelo segmento de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, com a abertura de 41.477 postos formais. A categoria de administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais abriu 12.821 vagas.
Na indústria, o destaque positivo ficou com a indústria de transformação, que contratou 17.421 trabalhadores a mais do que demitiu. Em segundo lugar, ficou o segmento de água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação, que abriu 1.218 vagas.
As estatísticas do Caged apresentadas a partir de 2020 não detalham as contratações e demissões por segmentos do comércio. A série histórica anterior separava os dados do comércio atacadista e varejista.
REGIÕES
Todas as cinco regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em junho. O Sudeste liderou a abertura de vagas, com 76.332 postos a mais, seguido pelo Nordeste, com 36.405 postos. Em seguida, vem o Centro-Oeste, com 23.876 postos, com a ajuda da safra. O Sul abriu 18.358 postos de trabalho, e o Norte criou 11.683 vagas formais no mês passado.
Na divisão por unidades da Federação, 26 das 27 registraram saldo positivo. Os destaques foram São Paulo (40.089 postos); Rio de Janeiro (24.228) e Minas Gerais (15.363). O único Estado que fechou vagas foi o Espírito Santo, com a extinção de 3.348 postos, principalmente no setor de café. (com ABr)
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