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Claudia Ohana e Thiago Lacerda são homenageados na terceira edição do Bonito Cinesur

No festival sul-mato-grossense, os atores eternizaram suas passagens ao participarem do projeto As Pegadas da Memória do Cinema Sul-Americano

04/08/2025 | 19:10
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Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Diego Cardoso | Fotografando Bonito Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


A terceira edição do Bonito Cinesur - Festival De Cinema Sul-Americano recebeu na última semana, no Centro de Convenções de Bonito, os consagrados atores Claudia Ohana e Thiago Lacerda para celebrarem o cinema e a natureza no projeto As Pegadas da Memória do Cinema Sul-Americano, ação criada em parceria com a Prefeitura de Bonito, que une arte e meio ambiente em uma homenagem simbólica aos grandes nomes do audiovisual sul-americano.

A iniciativa propõe o resgate da memória cultural e a conexão entre o ser humano e o meio ambiente por meio de um simbolismo: gravar mãos de artistas reconhecidos do audiovisual sul-americano e patas de animais típicos da fauna pantaneira – lado a lado – em esculturas simbólicas. As placas são feitas de ferro, cimento e vidro e foram criadas pelo artista plástico Lula Ricardi. 

Thiago Lacerda eternizou sua passagem ao lado das pegadas da Queixada, enquanto Claudia Ohana homenageou o Quati. “Acho tão legal saber que a gente faz parte da história do cinema nacional. Fazer um festival em Bonito é sensacional e ser homenageada é sempre um privilégio.” declarou a atriz que apresentou, no sábado (2), o encerramento e premiação do festival ao lado de Lacerda. Sobre o projeto, o ator se diz honrado pela participação: “ Ter um espaço como o Pantanal, mágico, se encontrando com a arte, com a cultura, com a educação, do ponto de vista do fomento das manifestações artísticas, é vibrante. O Brasil merece, a América Latina merece”.

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Além dos dois, foram homenageados, na tarde de quarta-feira, o diretor e roteirista Luiz Carlos Lacerda (Tatu Galinha), o diretor Aurélio Michiles (Capivara), o diretor José Eduardo Belmonte (Paca),  e o artista plástico, Humberto Espíndola (Jacaré). O evento foi realizado no Centro de Convenções de Bonito, mas todas as placas serão expostas posteriormente em uma calçada na Praça da Liberdade, no Centro de Bonito.

A primeira parte do projeto já havia acontecido na última segunda-feira (28), ocasião em que estiveram no festival os atores Ana Brun (tamanduá-mirim), grande nome do cinema paraguaio homenageada no festival, Maeve Jinkings (lobo-guará) e Antônio Pitanga (onça-pintada); a produtora argentina Cecília Diez (papagaio); e o distribuidor Jean Thomas Bernardini (anta).

“Nós vamos registrar aqui em Bonito esses artistas sul-americanos, brasileiros e sul-mato-grossenses, que fazem a história do cinema e do audiovisual. Vamos ter as patas dos animais ao lado das mãos humanas. Como nós estamos em Bonito, esse paraíso ecológico, vamos dizer que os humanos e os animais caminham juntos. É isso que tem significado para a Terra. Somos uma coisa só e precisamos salvar o planeta”, disse Nilson Rodrigues, idealizador do festival.

O Bonito Cinesur é uma realização da Aacic (Associação Amigos do Cinema e da Cultura), em parceria com o Ministério da Cultura (Governo federal), por meio de emenda parlamentar do deputado federal Vander Loubet. Conta com patrocínio da Fecomércio-MS, Sesc, Emgea, Agência Nacional do Cinema (Ancine), Petrobrás, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. Tem o apoio da Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico e da Prefeitura de Bonito, da Fundtur (Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul), da Setesc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura (Setesc) e do Governo de Mato Grosso do Sul, além do apoio cultural da Energisa e da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).




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