Protesto A mobilização foi organizada por integrantes da comunidade Popular Nation - Aircooled e contou com a presença de moradores do Grande ABC, Embu das Artes e Itapecerica da Serra
FOTO: Mariana Gutierrez/DGABC

Cerca de 400 pessoas se reuniram no fim da tarde deste sábado (2) na Avenida Barão de Mauá, em Mauá, para protestar contra a morte de Clayton Juliano da Silva, 38 anos, conhecido como Oreya. O homem foi baleado e morto no último domingo (27) pelo policial militar Kaio Lopes Raimundo, 32, após uma briga de trânsito.
A mobilização foi organizada por integrantes da comunidade Popular Nation - Aircooled e contou com a presença de moradores do Grande ABC, Embu das Artes e Itapecerica da Serra. Durante o ato, manifestantes usaram camisetas com pedidos de justiça, soltaram balões brancos e realizaram um buzinaço em homenagem à vítima. Um “minuto de barulho” substituiu o silêncio comum em protestos desse tipo.
“A gente não pode aceitar esse tipo de ação. Hoje o Oreya está sendo lembrado, mas não é só por ele – é por todas as famílias que perderam alguém em situações como essa. O Estado não pode mais permitir policiais despreparados”, disse Edgar Rodrigues, um dos organizadores.
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Segundo ele, o sobrinho de Clayton, de 9 anos, também baleado na ocorrência, recebeu alta hospitalar na sexta-feira (1º), mas segue abalado emocionalmente.
A professora Vanusa Rosa da Silva, mãe de Clayton, falou com emoção sobre o filho. “O meu menino se foi, mas cada um de vocês está levando um pedacinho dele. Era o amor da minha vida, era meu amigo”, afirmou. O caso segue sendo investigado.
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