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Samir Xaud, presidente da CBF, é alvo de operação da PF que investiga crimes eleitorais

De acordo com o portal G1, a deputada Helena da Asatur (MDB) e Renildo Lima, marido dela, também são alvos da operação

30/07/2025 | 11:03
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FOTO: Rafael Ribeiro/CBF Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


O presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Samir Xaud, é um dos alvos da Operação Caixa Preta, deflagrada pela Polícia Federal nesta quarta-feira para investigar crimes eleitorais. São dez mandados de busca e apreensão cumpridos em Roraima e no Rio de Janeiro, um deles na sede da CBF. Em nota, a entidade máxima do futebol brasileiro disse que o dirigente está "tranquilo e à disposição das autoridades".

"A Confederação Brasileira de Futebol informa que recebeu agentes da Polícia Federal em sua sede entre 6h24 e 6h52 desta quarta-feira, num desdobramento de investigação determinada pela Justiça Eleitoral de Roraima. É importante ressaltar que a operação não tem qualquer relação com a CBF ou futebol brasileiro e que o presidente da entidade, Samir Xaud, não é o centro das apurações", diz a nota.

"A CBF esclarece que, até o momento, não recebeu nenhuma informação oficial sobre o objeto da investigação. Nenhum equipamento ou material foi levado pelos agentes. O presidente Samir Xaud permanece tranquilo e à disposição das autoridades para quaisquer esclarecimentos que se façam necessários", conclui.

DGABC

De acordo com o portal G1, a deputada Helena da Asatur (MDB) e Renildo Lima, marido dela, também são alvos da operação. O casal ainda não se manifestou publicamente sobre o assunto.

Durante a deflagração da operação, foram efetuados bloqueios judiciais que totalizam mais de R$ 10 milhões nas contas dos investigados.

A investigação teve início às vésperas das últimas eleições municipais, em setembro de 2024, após Renildo Lima ser preso em flagrante com outras cinco pessoas carregando R$ 500 mil em espécie. Parte do valor estava na cueca do empresário.

A suspeita é de que a quantia apreendida com o grupo seria usada para compra de votos. Lima responde por compra de votos e associação criminosa armada, mas foi liberado pela Justiça um dia depois de ser detido. Ele é proprietário da Asatur, empresa de ônibus municipal, e da Voare, de táxi aéreo.




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