Após quase 20 anos Unidade terá capacidade para realizar até 120 partos por mês e já começa a funcionar a partir das 18 horas desta segunda
FOTO: Denis Maciel/DGABC

O prefeito de Ribeirão Pires, Guto Volpi, e o secretário de Saúde do município, Clovis Volpi, inauguraram nesta segunda-feira (28) a maternidade municipal, completando a entrega do novo Hospital São Lucas, localizado no complexo hospitalar Santa Luzia. Foram investidos RS 600 mil para a instalação da nova maternidade. O aporte total para a construção do Hospital e Maternidade São Lucas foi de R$ 29,5 milhões e contou com recursos do governo do Estado.
Clovis Volpi afirmou que a inauguração é um sonho que se realiza, tendo em vista que foram quase 20 anos de espera para que as obras fossem concluídas. “É um sonho realizado e um orgulho enorme entregar esse equipamento, idealizado lá em 2009. Durante um bom tempo as obras ficaram paradas. As administrações não olharam muito para isso (o hospital) e hoje tem um significado muito grande para mim, que é um orgulho, de um sonho sonhado lá em 2009 e realizado pelas mãos do Guto, finalmente aqui em 2025.”, disse o secretário.
Com capacidade para realizar até 120 partos por mês, o novo espaço conta com 16 leitos, um berçário com cinco leitos, espaço dedicado à orientação às 'mães de primeira viagem', três leitos pré-parto, três de recuperação pré-anestésica, além de dois centros cirúrgicos obstétricos equipados com macas de última geração. Além da maternidade, o equipamento conta com pronto-socorro ginecológico.
“Um dia histórico para Ribeirão Pires. Em 2021, ainda com o Clovis Volpi, tiramos do papel uma obra parada há oito anos. Entregamos a parte de clínica e UTI e hoje a maternidade. É uma realização muito grande para Ribeirão Pires e região um equipamento de saúde tão moderno e humanizado”, destacou o prefeito.
Guto Volpi afirmou que a nova maternidade tem capacidade de atendimento além da demanda de Ribeirão Pires e da vizinha Rio Grande da Serra, que hoje somam, em média, 50 partos por mês. O prefeito destacou que as vagas excedentes poderiam ser repassadas aos demais municípios do Grande ABC, fortalecendo o projeto da Cross (Central de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde) Regional, que está há oito anos nas mãos do governo do Estado. Entretanto, quando questionado, o prefeito descartou a estadualização do complexo hospitalar.
A transferência do antigo prédio do Hospital São Lucas teve início na última segunda-feira (21), com a desativação da maternidade e a transferência de equipamentos. O prefeito informou que estuda novo uso para o prédio do antigo hospital.
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