Petróleo Um painel de arbitragem abriu caminho para que a Chevron conclua sua compra da Hess, avaliada em US$ 53 bilhões, rejeitando alegação da Exxon Mobil de que tinha o direito contratual de fazer uma oferta pelos ativos mais valiosos da Hess na Guiana
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Um painel de arbitragem abriu caminho para que a Chevron conclua sua compra da Hess, avaliada em US$ 53 bilhões, rejeitando alegação da Exxon Mobil de que tinha o direito contratual de fazer uma oferta pelos ativos mais valiosos da Hess na Guiana.
A decisão, proferida pela Câmara de Comércio Internacional em Paris nesta sexta-feira (18), resolve uma disputa tensa e de longa data entre os dois maiores descendentes do monopólio Standard Oil de John D. Rockefeller sobre um dos projetos de petróleo mais cobiçados do mundo. A Chevron planeja agir rapidamente para fechar o negócio, que foi originalmente firmado em outubro de 2023.
A Exxon atrapalhou os planos da Chevron no ano passado ao alegar ter o direito de impedir a oferta de sua rival pela participação de 30% da Hess no prolífico bloco offshore Stabroek, na Guiana. A Chevron argumentou que um direito de preferência sobre o projeto na Guiana não se aplicaria à aquisição corporativa da Hess.
A iniciativa da Exxon para bloquear o acordo surpreendeu a indústria do petróleo, que não via gigantes empresas petrolíferas batalharem com tanta determinação desde que uma disputa judicial com a Pennzoil forçou a Texaco à falência na década de 1980.
A Exxon afirmou, em comunicado, que discorda da interpretação do painel, mas respeita o processo de arbitragem e resolução de disputas. Fonte: Dow Jones Newswires*.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
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