Memória Não é difícil fazer memória quando se tem uma equipe como a nossa, formada por gente que se sente feliz em fazer memória e compartilhar

Repetimos: por motivos outros, esta página “Memória” não participou do sétimo encontro dos memorialistas em Rio Grande da Serra, em 27 de junho. Mas foi como se tivesse participado, tantas informações recebidas.
Escreveu Humberto Pastore, vida e alma do encontro: “Fico feliz que Memória esteja conseguindo assimilar tudo de belo, de organizado, de desejo de acertar, de fazer o melhor, desse pessoal maravilhoso de Rio Grande da Serra”.
Acrescentou o bom Pastore: “Desde o pessoal da cozinha, que produziu bolos sensacionais, passando pela equipe de limpeza, da Diretoria de Cultura, Secretaria de Educação, Secretaria de Comunicação, a presença do prefeito, do presidente da Câmara”.
Para arrematar: “Não faltou nem uma fortíssima neblina, marca registrada dessa cidade”.
IMAGENS
A repórter-fotográfica Priscila Zambotto participou. E fotografou. Ela é de São Caetano, atuou em Santo André, trabalha em Rio Grande da Serra e fotografou todo o encontro.
A importância do repórter-fotográfico. Esta página Memoria, 37 anos na estrada, a caminho dos 38, muito deve ao fotógrafo, amador ou profissional, parceiro de cada dia. São vários. Do João Colovatti ao Beltran Asêncio, dos nossos ídolos Augusto Coelho e Claudinei Plaza, do time do Câmera Clube de Santo André até as novas gerações, da qual faz parte Priscila.
Priscila, Rio Grande da Serra precisa muito de você. A Memória de Rio Grande tem em você um ombro e um olhar amigos. Fotografe esta cidade. Reproduza fotos e outros documentos antigos. Colabore com o Centro de Memória que virá – e “Memória”, abelhuda como sempre, estará atenta, acompanhando, cobrando – como se isso fosse preciso.
Em tempo – Priscilla Zambotto concedeu uma bela entrevista à jornalista Mariana Gutierrez. Está no blog da TV do Diário. Acompanhem.
O REPÓRTER
João Tomás do Amaral, presidente do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, esta instituição mais que centenária, fundada pelos memorialistas do século 19, tão importantes como os memorialistas que foram a Rio Grande da Serra no final de junho último.
“Memória” conheceu o professor João Tomas o ano passado. O convidamos para um dos nossos encontros. Ele participou daquele e de todos os demais. Motivou seus companheiros a participarem. Chegou a vir de trem, todo feliz, num dia chuvoso, ao encontro de Ribeirão Pires, escalando a pé a colina que leva ao alto da antiga Chácara Pérola da Serra.
E no encontro do dia 27, sabendo que o “mala” do repórter não estaria presente, João Tomás anotou todas as falas, fez um resumo, enviou em seguida para que pudéssemos, ao longo da semana, ir publicando todas elas.
De comover observar tanta humildade num homem público atribulado, num doutor em Matemática, com tantos afazeres no seu dia a dia.
EM SÍNTESE
Por tudo isso é que afirmamos: assim fica fácil fazer memória. Gratidão, é o que podemos dizer nesses momentos em que o Grande ABC se prepara para o seu 16º Congresso de História, São Bernardo, novembro de 2025. Que até lá realizemos vários outros encontros como este de Rio Grande da Serra.
Professor João Tomás do Amaral tem muitas ideias, a serem aplicadas. Adiantamos duas:
1ª) Reunir as notícias e estudos sobre o Grande ABC que o IHGSP acumulou e publicou, desde os tempos do Município único de São Bernardo, em 130 anos de atuação.
2ª) Expandir as reuniões dos memorialistas do Grande ABC para outras cidades.
Como se deu a formação da região metropolitana de São Paulo? O que pesquisa o memorialista de Santo Amaro, Penha de França, Osasco, Guarulhos?
Vocês sabiam que João Tomás encontrou pistas do jornalista e historiador João Netto Caldeira?
João Netto é autor do monumental “Álbum de São Bernardo”, lançado em 1937. Mas quem foi ele? Nem o saudoso Wanderley dos Santos descobriu. Mas o repórter João Tomás, sim.
Desafios imensos os aguardam, memorialistas queridos das Setecidades.
Gisela Leonor Saar
Um documentário.
Texto: João Tomás do Amaral
No encontro de Rio Grande da Serra, Billy Bartholomeu comentou sobre o processo de produção do documentário enfocando a bela trajetória da pesquisadora e historiadora Dra. Gisela Leonor Saar.
Nesse documentário há relevante quantidade de informações sobre ações desta pioneira, referencial e incansável personalidade.
Dentre suas intervenções, os destaques:
A formação na Escola de Comércio Álvares Penteado;
A formação na Faculdade de Direito da Cidade de São Paulo (Largo São Francisco).
A ação junto ao Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo) em apoio as causas da Cidade e à preservação e recuperação da Capela de São Sebastião.
O trabalho social que Dra. Gisela realizou por intermédio da doutrina Kardecista.

Crédito da foto 1 – Priscila Zambotto

Crédito da foto 2 – Álbum pessoal

Crédito da foto 3 – Priscila Zambotto

Crédito da foto 4 – Projeto Memória
O REPÓRTER E A FOTOGRAFA. O documentarista e a protagonista. João Tomás e Priscila documentaram o encontro dos memorialistas em 28 de junho; Billy Bartholomeu lembrou a querida Dra. Gisela. E Rio Grande da Serra fez história
DIÁRIO HÁ MEIO SÉCULO
Domingo, 13 de julho de 1975 – Edição 2797
MANCHETE – Marginais não dão segurança.
A má sinalização, a péssima conservação das pistas e as constantes obstruções do tráfego fazem das avenidas marginais do Tamanduateí e do Meninos os piores pontos de trânsito da região.
IMPRENSA – Em 1º de julho (de 1975) a Rádio Diário tornou-se a primeira da região a operar as 24 horas do dia.
EM 13 DE JULHO DE...
1865 - Nascia, no Bairro da Penha, em São Paulo, Benedito Cesário do Nascimento.
Comerciante na Capital, montou uma torrefação de café na Rua Marechal Deodoro, em São Bernardo, trabalhou com lenha, montou uma olaria, foi vereador e subdelegado. Eram suas as terras onde está o bairro Nova Petrópolis.
1905 – Santiago, 11 – Aumentava a epidemia de varíola. As escolas são fechadas. A assistência pública recolheu 32 cadáveres em ruas da cidade Valparaíso.
Madrid, 12 – Terminava a greve dos operários em Santander. Os operários, desenganados das doutrinas socialistas, quiseram queimar as bandeiras do partido.
Paris, 13 – A Câmara aprovou o projeto de assistência obrigatória à velhice desamparada.
1940 - Fábrica de seda Pelosini, de São Bernardo, notificava seus funcionários sobre a redução de salário. Várias operárias buscaram providências no Departamento do Trabalho, em São Paulo.
1955 – Nora Ney lançava o LP, “Canta Nora Ney”, com o sucesso “Se eu morresse amanhã de manhã”, pela Gravadora Continental.
De que serve viver tantos anos sem amor?
Se viver é juntar desenganos de amor
Se eu morresse amanhã de manhã
Não faria falta a ninguém…
Composição: Antonio Maria.
HOJE
Dia do Engenheiro Sanitarista
Dia Internacional do Rock
Dia do Cantor.
MUNICÍPIOS BRASILEIROS
Hoje é o aniversário de Água Fria e Santanópolis (BA), Marizópolis (PB), Porto Nacional (TO), Rio Largo (AL) e Terra Boa (PR).
15º Domingo do Tempo comum
13 de julho
“Vai e faze tu o mesmo”.
Lucas, 10,25-37.
Explica Dom Murilo S.R. Krieger, arcebispo de São Salvador da Bahia – Primaz do Brasil: “Nessa orientação se resume a Doutrina Social da Igreja. Uma doutrina que tem quatro pilares: direitos humanos, solidariedade, subsidiariedade e santidade.
Hoje é dia dos Santos Joel, Henrique e Santa Cunegundes.
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