Apoio Executiva nacional afirmou, em nota oficial, confiar na lisura da conduta de Siqueira Campos
FOTO: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A executiva nacional do Podemos afirmou, por meio de nota oficial, que confia na lisura da conduta do prefeito de Palmas, no Tocantins, Eduardo Siqueira Campos (Podemos). Segundo o partido, o prefeito "sempre se colocou à disposição para qualquer esclarecimento às autoridades, trabalhando normalmente diante dos olhos de quem quer que fosse, demonstrando compromisso com os valores democráticos, a ética na vida pública e o respeito às instituições".
O prefeito de Palmas foi preso preventivamente nesta sexta-feira (27), durante nova fase da Operação Sisamnes defagrada pela PF (Polícia Federal). " Nós, do Podemos, apoiamos o grande trabalho que nosso prefeito de Palma vem realizando nos primeiros seis meses de seu mandato e que, verdadeiramente, está transformando a cidade, com o reconhecimento e a aprovação da população", destaca legenda.
O Podemos defende ainda prudência em relação todo tipo de manifestação leviana, sem as devidas informações acerca das recentes investigações conduzidas pela Justiça, que em nada se relacionam com o mandatodo podemista na Prefeitura.
"Reafirmamos nossa crença na importância de que as apurações devam ocorrer com responsabilidade, imparcialidade e respeito às garantias legais, inclusive com o necessário direito de defesa. Seguimos ao lado de Eduardo Siqueira Campos, com fé na Justiça de que a verdade prevalecerá."
Ao todo, a PF cumpre seis mandados. Além de Campos, são alvo de prisão um advogado e um policial. Três diligências são de busca e apreensão, além de outras medidas cautelares autorizadas pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo as investigações, a “organização criminosa é responsável pelo vazamento sistemático de informações sigilosas, oriundas de investigações em curso no Superior Tribunal de Justiça, com impacto direto sobre operações da Polícia Federal”, disse a corporação, em nota.
A Operação Sisamnes teve como origem a investigação do assassinato de um advogado no Mato Grosso. Ao analisar o celular da vítima, os policiais encontraram informações indicando a venda de sentenças em diferentes tribunais, abrindo diversas frentes de investigação, incluindo no STJ.
Em ocasião anterior, durante fase que teve como alvo servidores do tribunal, o STJ divulgou nota na qual negou que ministros da Corte tivessem conhecimento de qualquer eventual irregularidade cometida por integrantes de seus gabinetes.
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