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Autópsia confirma que Juliana Marins sobreviveu 20 minutos após queda

A brasileira caiu no sábado (21) na trilha Cemara Nunggal, no Monte Rinjani, uma região conhecida por desfiladeiros íngremes que levam ao cume do vulcão

27/06/2025 | 09:37
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O laudo da autópsia realizada no corpo de Juliana Marins, divulgado nesta sexta-feira (27) pelas autoridades da Indonésia, aponta que a brasileira sofreu múltiplas fraturas e lesões internas graves, tendo sobrevivido por cerca de 20 minutos após o acidente. O exame também descartou a hipótese de hipotermia como causa ou complicação da morte. As informações foram divulgadas pela BBC.

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Durante uma coletiva no Hospital Bali Mandara, em Denpasar, o médico-legista Ida Bagus Putu Alit explicou que os ferimentos encontrados indicam que a morte foi quase imediata devido à gravidade das lesões espalhadas por todo o corpo, incluindo órgãos internos do tórax. No entanto, ele não conseguiu precisar se os 20 minutos de sobrevivência ocorreram logo após a primeira queda.

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O especialista ressaltou que não foram identificados sinais típicos de hipotermia, como lesões nas extremidades dos dedos. O corpo de Juliana chegou ao hospital para a autópsia na quinta-feira (26), após ser transferido do Hospital Bhayangkara por falta de peritos locais.

Juliana caiu em um barranco com centenas de metros de profundidade no sábado (21), na trilha Cemara Nunggal, no Monte Rinjani, uma região conhecida por desfiladeiros íngremes que levam ao cume do vulcão. Apesar da queda, a brasileira ainda estava viva naquele dia, conforme confirmado por imagens captadas por drones e por testemunhas presentes na trilha.

O resgate foi dificultado pelo terreno acidentado e pelo mau tempo, o que atrasou a aproximação da equipe. Somente na terça-feira (24), os socorristas chegaram até Juliana e confirmaram o óbito. Seu corpo foi retirado do local na quarta-feira (25).




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