Em Mauá Já é o terceiro ato realizado após a morte da ativista Gabriela Mariel, no Jardim Zaíra
FOTO: Redes sociais

O Movimento de Mulheres Olga Benário realizou atos nessa semana em protesto contra o feminicídio da integrante do movimento, Gabriela Mariel Silvério, em Mauá.
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O primeiro aconteceu na quarta-feira (4), às 5h, em frente a estação de trem de Mauá. O segundo e o terceiro ocorreram ontem, um na Prefeitura de Mauá onde o grupo tentava protestar como uma forma de conseguir uma reunião para cobrar um imóvel para a casa de acolhimento para mulheres agredidas. O outro às 17 horas em frente à estação de trem de Mauá. Na Prefeitura, segundo uma das coordenadoras estaduais Maria Clara de Oliveira Ribeiro, estavam cinco mulheres, mas os guardas da GCM (Guarda Civil Municipal) não as deixavam entrar. De acordo com Maria, foram forçadas a sair do interior do prédio. A Prefeitura de Mauá em nota informou: “Ao tomar conhecimento da manifestação, a Guarda Civil Municipal foi acionada para reforçar a segurança do prédio público, sem qualquer cerceamento ou restrição ao direito de manifestação. As representantes do movimento foram recebidas pela Secretária de Políticas Públicas para Mulheres para o devido encaminhamento das demandas apresentadas”. Gabriela Mariel Silvério, 33 anos, foi vítima de feminicídio na madrugada de terça-feira (3) pelo seu marido. As amigas de Gabriela a descrevem como alegre e incrível, uma mulher PcD, que enfrentava dificuldades no dia a dia, mas mesmo assim com coragem. Gabriela entrou no movimento há menos de um ano e participou de diversos projetos. Recentemente coletava assinaturas para criação de uma Delegacia de Defesa da Mulher em São Caetano.
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