Criminalidade O caso foi registrado na noite da última quarta-feira, 4, na residência localizada na Rua Henrique Martins
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A morte do engenheiro civil Francisco Paulo de Sebe Filippo, de 57 anos, vítima de latrocínio (roubo seguido de morte) no Jardim Paulista, bairro próximo ao Parque do Ibirapuera, zona sul de São Paulo, ainda segue sob investigação do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais), da Polícia Civil do Estado de São Paulo.
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O caso foi registrado na noite da última quarta-feira, 4, na residência localizada na Rua Henrique Martins. Conforme revelou o Estadão, desde o ano passado a região enfrenta alta na criminalidade.
Filippo, de 57 anos, era sócio e diretor técnico da construtora Filippo, ativa desde 1992 na capital paulista e com empreendimentos em bairros como Aclimação, Brooklin e Chácara Klabin.
"A Filippo é uma referência em produtos imobiliários de excelência, concebendo e produzindo imóveis sofisticados sempre nos mais elegantes bairros das cidades em que atua", se descreve a construtora em seu site. "Atualmente, já são mais de 1.200 unidades cuidadosamente desenvolvidas", diz o site da empresa.
Os assassinos do engenheiro civil usaram um controle clonado do portão eletrônico para invadir o imóvel. A reportagem apurou que os ladrões entraram pela garagem, pouco depois das 19 horas da última quarta-feira. O vigilante só chegou depois para trabalhar e não percebeu nenhuma movimentação estranha. O engenheiro foi rendido.
O caso foi registrado como latrocínio e localização/apreensão de veículo no 15° DP (Itaim Bibi), que requisitou apoio do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).
Segundo o boletim de ocorrência, a polícia foi chamada para atender à ocorrência, mas os suspeitos já tinham fugido. Dois celulares e um veículo foram encontrados e apreendidos.
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Segundo a investigação, ao menos quatro suspeitos entraram na residência, no Jardim Paulista, e em oito minutos roubaram objetos de valor, mataram o empresário com um tiro na nuca e saíram.
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo, o caso mencionado foi encaminhado para o Deic, que realiza todas as diligências cabíveis para identificar e prender os criminosos.
Conforme revelou o Estadão, desde o ano passado a região enfrenta alta na criminalidade. Em algumas ruas, moradores colocaram placas para alertar sobre assaltos e relatam que a situação é "insustentável", com roubos de motos, celulares e até veículos blindados.
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