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Josa rebate as denúncias e diz que está tranquilo

29/05/2025 | 08:04
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FOTO: Wilson Guardia/DGABC
FOTO: Wilson Guardia/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


O vereador de Diadema Josa Queiroz, que também preside o PT da cidade, citado no inquérito civil instaurado pelo MP-SP (Ministério Público do Estado de São Paulo) para análise de convênio entre a Prefeitura e a Associação Remando com a Maré, afirmou ter ciência da ação e que, inclusive, alguns questionamentos já foram prontamente respondidos, mas que algumas questões divergem da realidade. 

“Meu escritório está localizado na Avenida Dom João VI, e inicialmente o projeto do Remando com a Maré era em um espaço que foi cedido por nós, não no meu escritório, mas no prédio, que tem várias salas comerciais na Avenida Dom João VI, 747 fundos. Portanto, não tem nada a ver e isso foi há muito tempo. O Remando já se mudou para um outro local”, afirmou. Na Receita Federal, o endereço da associação consta como Rua dos Sindicalistas, Vila Conceição. 

Josa disse ainda que existe a tentativa de querer vinculá-lo fisicamente ao projeto que, inclusive, ajudou a criar e apoia, assim como faz com outras entidades sérias de Diadema, que têm trabalho social. O petista destacou que existe uma tentativa criminalizar o apoio que dá para o Remando e a outros projetos, como se fosse algo errado. “Inclusive, o projeto respondeu todas as solicitações, que acho que é o mais sério disso tudo. Em relação à prestação de contas que tinha com o convênio, não houve uma única linha, uma única vírgula, um único ponto de questionamento, demonstrando toda a lisura, todo o tratamento transparente e responsável”, afirmou. 

DGABC

Josa destacou que nunca escondeu sua relação com o Remando com a Maré e que não vai permitir a criminalização, nem a esse projeto especificamente, nem a outros, do apoio que faz às entidades. 

“Já prestamos as informações e vamos aguardar, evidentemente, o desenrolar de todo esse processo de apuração, mas com toda tranquilidade de que não existe absolutamente nada de errado, a não ser a tentativa, novamente, insisto, de criminalizar uma relação de apoio do mandato de um vereador a um projeto social, coisa que é muito natural e normal na nossa cidade e em outras”, pontuou o petista. 

A Associação Remando com a Maré foi procurada e não retornou até o fechamento da edição.




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