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Se petróleo cair, combustíveis terão redução, diz Magda Chambriard

Segundo a executiva, no momento, a empresa está 'confortável' com o patamar de preços

27/05/2025 | 08:14
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FOTO: Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, disse nesta segunda, 26, que tanto a gasolina quanto o diesel estão abaixo do preço de paridade internacional, e que a empresa pode reduzir seus preços nas refinarias caso a cotação do petróleo continue caindo.

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"O acompanhamento dos preços é uma constante na Petrobras. Nós olhamos isso a cada 15 dias. E também buscamos eliminar a volatilidade do mercado. A gente tem visto os preços do petróleo caírem, a gente tem visto o real se valorizar. E, por óbvio, acompanhamos também o market share dos nossos produtos. Tanto a gasolina quanto o diesel estão abaixo do preço de paridade internacional. Então, por enquanto, o que nós estamos é acompanhando. Se cair mais o preço do petróleo, por certo vamos reduzir o preço dos combustíveis. Eu não estou falando só da gasolina, não. Eu estou falando da gasolina, do diesel, do QAV (querosene de aviação), do GLP, enfim, o que nós fazemos é um acompanhamento constante", declarou Magda a jornalistas, após participar do evento Nova Indústria Brasil, em comemoração ao Dia da Indústria, no BNDES, no Rio de Janeiro.

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Segundo a executiva, no momento, a empresa está "confortável" com o patamar de preços. "Nesse momento, nós estamos confortáveis com o preço da gasolina e do diesel, o que não quer dizer que nós não vamos seguir acompanhando e verificando as tendências de aumento, as tendências de diminuição e o fornecimento dos nossos produtos em todas as refinarias brasileiras", declarou.

Questionada sobre se já é possível esperar uma redução no querosene de aviação, reajustado todo mês, Magda disse que pode haver redução já no próximo anúncio, previsto para o dia 1.º de cada mês, caso a cotação do barril do petróleo Brent - referência no mercado brasileiro - baixe e o real se valorize. "Não fiz a conta ainda, mas, se o preço do Brent baixou e se o câmbio se valorizou, tem tudo para ter redução."

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.




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