
A gente sabe que o que não faltam são narrativas rondando a vida da família real britânica, não é? Pois bem, aqui vai mais uma. No livro do escritor Robert Hardman's, nomeado em inglês Charles III: New King, New Court, The Inside Story, o autor expõe uma suposta manipulação de Rei Charles III para evitar a presença de Meghan Markle na morte da Rainha Elizabeth II.
Para entender melhor essa história, precisamos recapitular. O ano era 2022 e a família real se encontrava no Castelo de Balmoral, na Escócia, quando a rainha morreu em sua cama, aos 96 anos de idade. Nesta época, Meghan e Harry já estavam morando nos Estados Unidos, mas por coincidência, estavam no continente europeu para uma viagem.
No livro O que Sobra, Harry relata parte dos acontecimentos daquela época. O caçula de Rei Charles afirma que foi chamado para visitar a rainha em seu leito de morte e se unir a família, mas que seu pai pediu que ele fosse sozinho, sem a esposa, uma vez que se tratava de um momento mais íntimo, em que nem mesmo Kate Middleton, esposa de Príncipe William, participaria. Harry ouviu o pai e Meghan não viajou até o castelo.
Mas, segundo o escritor Robert, a verdade foi um pouco diferente do que a contada para Harry. Em sua versão dos fatos, que foi exposta no livro, Kate escolheu não estar presente por conta própria, já que achou que seria melhor ficar com os três filhos pequenos em casa, para ajudá-los a lidar com a perda da avó.
Sabendo da ausência de Kate, Charles teria usado essa desculpa para evitar a presença de Meghan no local. O intuito do rei seria evitar desconfortos e discussões em um momento de despedidas.
Eita!
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