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Gestão Taka economiza mais de R$ 7,7 milhões com cortes de gastos em dois meses

Prefeito reduziu gastos com aluguel de veículos, horas extras e não concessão de funções gratificadas

11/03/2025 | 15:03
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FOTO: DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


 A gestão do prefeito de Diadema, Taka Yamauchi (MDB), já economizou, em apenas dois meses (janeiro e fevereiro), mais de R$ 7,70 milhões com cortes de gastos em aluguel de veículos, horas extras e não concessão de funções gratificadas, bem como com a não nomeação de cargos em comissão.

A redução do gasto mensal com aluguel de veículos, alguns subutilizados, foi de mais de R$ 583 mil em janeiro, ou R$ 1,16 milhão nos dois meses. A meta agora, segundo o governo municipal, é economizar, no mínimo, R$ 1,2 milhão ao ano com essa despesa, perfazendo R$ 4,8 milhões ao final dos quatro anos de mandato.

Segundo a Prefeitura, a economia com horas extras e não concessão de funções gratificadas, em janeiro e fevereiro, ultrapassou R$ 2,58 milhões, que se somou ao corte de gastos com a não nomeação de cargos em comissão no valor de R$ 3,94 milhões, em comparação a novembro de 2024.

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O chefe do Executivo diademense afirmou, em entrevista recente, que ao longo de 2024, último ano do governo de seu antecessor, José Filippi Júnior (PT), “foram pagos cerca de R$ 32 milhões em horas extras”.

A Prefeitura informou, também que o objetivo é reduzir nestes seis primeiros meses de mandato, no mínimo, em 50% o gasto com aluguéis de imóveis. Conforme o governo municipal, hoje esse tipo de despesa chega a R$ 550 mil mensais. “Pretendemos passar a pagar R$ 275 mil por mês, valor que, multiplicado por 48 meses, no dará uma economia de R$ 11,5 milhões ao final do mandato”, afirmou a administração municipal.

Segundo Taka, com a demolição de parte do Paço Municipal pela gestão anterior, a Prefeitura passou a gastar R$ 500 mil mensais para alocar as secretarias e departamentos, sendo R$ 15 mil apenas com o imóvel destinado à pasta de governo.

Na última semana, o prefeito usou as redes sociais para mostrar a mansão de cinco andares, com diversas benesses, que era sede da pasta de Governo na gestão petista. “Não somos irresponsáveis e vamos devolver esse e outros imóveis, com um plano que prevê a volta das secretarias e departamento para prédios públicos”, disse o emedebista.




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