Crime Ricardo Molina cometeu o ato após brigar com a esposa; ele tem histórico de violência doméstica
Reprodução/Redes Sociais

O perito criminal Ricardo Molina de Figueiredo, 73 anos, conhecido nacionalmente por atuar no caso PC Farias, brigou com a esposa e ateou fogo em peças de roupas e documentos dentro de sua casa, no bairro Caminhos de São Conrado, em Campinas, no Interior de São Paulo. A confusão aconteceu na noite deste sábado (8), mas foi divulgado apenas neste domingo.
Vizinho ouviram a confusão e acionaram a PM (Polícia Militar). Uma equipe foi enviada ao endereço e policiais conseguiram apagar as chamas, conter o agressor que portava um canivete e resgatar a mulher, que não teve o nome divulgado, sem ferimentos.
Boletim de ocorrência foi registrado na Delegacia de Defesa da Mulher de Campiimnas. Molina vai responder em liberdade pelos crimes de violência doméstica e contravenções penais.
Esta não é a primeira acusação contra Molina. Em 2023, sua ex-esposa, a advogada Janinne Jasem, publicou vídeos nas redes sociais mostrando discussões do casal como forma de alerta a outras prováveis vítimas. Nas imagens, o perito aparece quebrando vidros, urinando em cima de uma Bíblia e jogando roupas e maquiagens da mulher pela janela. Transtornado, Molina ainda xnga a mulher e a ameaça de morte.
CASO PC FARIAS
PC Farias, como era conhecido Paulo César Siqueira Cavalcante Farias, aos 50 anos de idade, foi encontrado morto ao lado de sua namorada Suzana Marcolino em uma pousada na praia de Gaxuma, em Maceió, estado de Alagoas, no dia 23 de junho de 1996.
O empresário, acusado pelo crime de corrupção, era braço-direito do ex-presidente da República Fernando Collor de Mello. PC Farias foi tesoureiro da campanha do ex-chefe da Nação, o primeiro a sofre um processo de cassação e perder o cargo em 1992.
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