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Oscar apoia Luighi antes de Choque-Rei e critica grama sintética: 'Os jogadores estão sofrendo'

O clássico, que será na segunda-feira, foi motivo de incômodo para a direção tricolor, que queria que o jogo fosse no sábado

07/03/2025 | 13:33
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FOTO: Rubens Chiri/Saopaulofc.net Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


Oscar demonstrou empolgação às vésperas do clássico do São Paulo contra o Palmeiras pela semifinal do Campeonato Paulista. O jogador amenizou a crescente rivalidade entre as equipes do Choque-Rei, com polêmicas recentes e elogiou a evolução da equipe com a escalação de Luis Zubeldía com três zagueiros. Por outro lado, ele reclamou do gramado sintético, como o do Allianz Parque.

Antes de tudo, o camisa 8 prestou apoio a Luighi, do Palmeiras, vítima de racismo no Paraguai, em partida pela Libertadores sub-20. "Sobre o que aconteceu com o jogador do Palmeiras. Estamos com esse apoio. Espero que sejam punidos, que algo possa acontecer com as pessoas que fizeram esse ato de racismo", abriu a entrevista coletiva no CT da Barra Funda, nesta sexta-feira.

O clássico, que será na segunda-feira, foi motivo de incômodo para a direção tricolor, que queria que o jogo fosse no sábado. Na data, porém, o Allianz Parque recebe um show. Na primeira fase, Oscar entrou nos dois jogos do São Paulo em gramado sintético, incluindo no estádio palmeirense, e no Pacaembu, contra a Portuguesa, mas pouco participou.

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"Não é a gente contra o Palmeiras, somos contra estádios com grama sintética. É a primeira vez que jogo no gramado sintético. Na Europa, não jogava. Na China, não tinha. Vejo que os jogadores estão sofrendo. Vi os companheiros. O próprio Alisson sofreu com o tornozelo", disse. Oscar.

Sobre a decisão no Paulista, Oscar amenizou. "A pressão que tivemos na primeira fase foi algo que a gente trouxe para nós mesmos. Qualquer time grande, com cinco jogos sem vencer, tem pressão. Deixamos de ganhar por erros coletivos. Chegamos (agora) muito mais preparados", analisou o são-paulino.

Oscar não acredita que as polêmicas dos últimos confrontos sejam problemas, como os chutes em bandeirinhas de escanteio durante a comemoração de gols. "Conheço essa rivalidade faz tempo. Mesmo de longe, acompanhei esses jogos. É um jogo muito equilibrado, independentemente de onde seja. No estádio do Palmeiras ou no do São Paulo", argumentou.

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Zubeldía deve manter a formação com três zagueiros, que contribuiu para ajustar a defesa são-paulina. "Independentemente se joga com três zagueiros, temos de jogar bem como equipe. A minha função não muda muito. Gosto de ajudar, gosto de voltar (para marcar).", avaliou Oscar.

O jogador acredita que o time evoluiu com a nova formação e deu menos chances aos adversários, mas não descartou o retorno do antigo esquema. "Esperávamos fazer isso (dar menos chance) no 4-2-3-1 e não estávamos conseguindo. Mas, não é um jogador, é a forma de jogar. Fizemos bons jogos, e é importante ter essa variação", disse.

Luiz Gustavo pode voltar ao time na semifinal. Entretanto, isso não deve mudar a formação. A tendência é que Luciano continue no banco, com Calleri e Lucas na frente. Arboleda, Ferraresi e Alan Franco formam o trio de zagueiros, com Cédric e Enzo Díaz nas alas.

O São Paulo visita o Palmeiras pela semifinal do Campeonato Paulista, no Allianz Parque, na segunda-feira, às 21h35. Quem vencer avança à final contra Corinthians ou Santos, que decidem o outro finalista no domingo, em duelo na Neo Química Arena.

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