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Paolla Oliveira se solidariza com vítimas de incêndio em fábrica no Rio

A atriz, rainha de bateria da Grande Rio, usou suas redes sociais para manifestar solidariedade às vítimas do incêndio que destruiu, na manhã desta quarta-feira (12), as instalações da Maximus Confecções

12/02/2025 | 14:56
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FOTO: Redes sociais Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


A atriz Paolla Oliveira usou suas redes sociais para manifestar solidariedade às vítimas do incêndio que destruiu, na manhã desta quarta-feira (12), as instalações da Maximus Confecções, localizada no bairro de Ramos, Zona Norte do Rio de Janeiro. O espaço era utilizado por escolas de samba da Série Ouro, como Império Serrano, Unidos da Ponte e Unidos de Bangu, que perderam toda a sua produção para o Carnaval.

"Hoje acordei com essa notícia triste do incêndio que aconteceu na Maximus Confecções. Para quem gosta de Carnaval, sabe que a festa envolve o trabalho e o sustento de muitas pessoas que se dedicam o ano inteiro. A gente entende o quanto isso é importante. Deixo aqui meu apoio e todo o meu respeito aos afetados. Espero que todos estejam bem, porque isso é o mais importante. Que vocês não percam a alegria de seguir em frente", declarou a atriz, que é rainha de bateria da Grande Rio.

O incêndio deixou ao menos 21 feridos, dos quais dez estão internados em estado grave no Hospital Estadual Getúlio Vargas, devido à inalação de fumaça tóxica e queimaduras por via aérea. Outras vítimas foram encaminhadas para hospitais municipais e federais da região. O fogo foi controlado por volta das 10h.

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O Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro (MPT-RJ) abriu uma investigação preliminar para apurar as condições de trabalho na fábrica, que funcionava em três turnos e abrigava funcionários que dormiam no local. Além disso, o Corpo de Bombeiros informou que a confecção operava sem aprovação da corporação e estava em situação irregular junto à Receita Federal desde outubro de 2023.

Apesar da falta de autorização dos bombeiros, a Prefeitura do Rio confirmou que o imóvel possuía alvará de funcionamento para a atividade de confecção. O Corpo de Bombeiros mobilizou cerca de 90 agentes e mais de 30 viaturas no combate às chamas, com apoio de equipes especializadas em resgate em altura e operações aéreas. Quatro pessoas foram resgatadas pelas janelas do prédio.

Escolas de samba afetadas, como Império Serrano e Unidos da Ponte, lamentaram o ocorrido e se manifestaram por meio de notas em suas redes sociais.




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