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Lula exonera ministros para votação no Congresso

31/01/2025 | 12:35
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FOTO: Marcelo Camargo/Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva exonerou dez ministros com mandatos parlamentares para que eles participem, neste sábado, dia 1º, das eleições para as presidências da Câmara dos Deputados e do Senado.

As exonerações foram publicadas na edição desta sexta-feira, 31, no Diário Oficial da União, "a pedido", quando os ministros solicitam a saída. Dois nomes ficaram de fora do esforço do governo para angariar votos favoráveis aos candidatos apoiados pelo presidente: Marina Silva, do Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática, e Sônia Guajajara, do Ministério dos Povos Indígenas.

Veja os ministros exonerados

DGABC

Senadores:

- Camilo Santana (PT-CE) (Educação);

- Carlos Fávaro (PSD-MT) (Agricultura);

- Wellington Dias (PT-PI) (Desenvolvimento Social).

Deputados federais:

- Alexandre Padilha (PT-SP) (Relações Institucionais);

- André Fufuca (PP-MA) (Esportes);

- Celso Sabino (União-PA) (Turismo);

- Juscelino Filho (União-MA) (Comunicações);

- Luiz Marinho (PT-SP) (Trabalho);

- Paulo Teixeira (PT-SP) (Desenvolvimento Agrário);

- Silvio Costa Filho (Republicanos-PE) (Portos e Aeroportos).

Segundo fontes do Palácio do Planalto ouvidas pelo portal G1, as exceções visam evitar o constrangimento de um ministro votando contra a orientação do governo, que apoia Hugo Motta (Republicanos-PB) para a sucessão do comando da Câmara.

Guajajara é filiada ao PSOL, que possui candidato próprio na disputa, Henrique Vieira (RJ). Marina é fundadora da Rede Sustentabilidade, partido que só possui um deputado federal, Túlio Gadelha (PE), que apoia Motta. A Rede, porém, é federada ao PSOL, e o voto em Motta poderia gerar ruído entre os partidos federados.

O ministro dos Transportes, Renan Filho (MDB-AL), também deve ser liberado para a votação deste sábado, mas a oficialização ainda não foi publicada no Diário Oficial.




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