No Circolo Italiano da Capital A nova temporada gratuita conta com uma série 25 telas de figuras femininas retratadas como se fossem o famoso quadro de Leonardo da Vinci
FOTO: Divulgação

A partir de terça-feira (4), no Circolo Italiano, começa a mostra que homenageia renomadas mulheres brasileiras de um modo inusitado, em parceria com o Instituto Julio Karolino. A exposição Todo dia também é Dia da Mulher, do artista plástico Dilson Cavalcanti, traz 25 telas de figuras icônicas do país retratadas como se fossem Monalisas, do famoso quadro de Leonardo da Vinci.
As obras gigantes (1,70 m por 1,40 m) estarão expostas no Circolo Italiano, reconhecido por seu papel na promoção da cultura italiana no Brasil, será o palco da exibição que une duas culturas ricas em tradição artística. A Galeria Edmondo Biganti, situada no coração do Edifício Itália, simboliza um ponto de encontro cultural que reflete a integração e o diálogo entre Brasil e Itália."A ideia de usar a icônica imagem da Monalisa, uma das obras mais conhecidas do polímata italiano Leonardo Da Vinci, como ‘pano de fundo’ para homenagear brasileiras brilhantes e, por vezes, desconhecidas, veio em 2019. Na ocasião, após 500 anos da morte do gênio italiano, o mundo todo rendia homenagens a Da Vinci. Foi nesse contexto que surgiu a ideia de trabalhar a famosa Monalisa como moldura para destacar grandes nomes de mulheres brasileiras”, explica Cavalcanti, que é conhecido pela arte abstrata e obras expostas em Frankfurt (Alemanha), Alicante (Espanha) e Orlando (Estados Unidos).
As Monalisas estilizadas trazem importantes figuras femininas do Brasil, como a princesa Isabel, a recém-falecida cantora Elza Soares e Rita Lee, a ex-deputada Maria da Penha, a apresentadora Hebe Camargo, a guerreira negra Dandara, a empresária e ex-modelo Helô Pinheiro, a pintora Tarsila do Amaral, a médica Zilda Arns, a indígena Catarina Paraguaçu, a revolucionária Anita Garibaldi, a escritora Cora Coralina, a freira Santa Dulce dos Pobres, a escrava alforriada Chica da Silva, a combatente Maria Quitéria e a enfermeira Ana Neri.
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