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Já em queda firme e abaixo da linha de R$ 5,90, o dólar acentuou ainda mais o ritmo de queda na última hora de negócios e renovou mínima tanto no mercado à vista quanto no futuro, em sintonia com o comportamento da moeda norte-americana no exterior nesta quinta-feira, 23.
As divisas emergentes latino-americanas, em especial, beneficiam-se da diminuição da aversão ao risco na esteira das declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, em participação virtual no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.
Trump não anunciou a imposição de novas tarifas de importação a parceiros comerciais e adotou um tom mais conciliatório em relação à China. Ele afirmou que o presidente chinês, Xi Jinping, ligou para ele e, entre os temas da conversa, esteve a possibilidade de uma resolução para o conflito entre Rússia e Ucrânia.
O real apresenta o melhor desempenho entre as principais divisas globais, seguido de perto pelo seu principal par, o peso mexicano. Termômetro do comportamento do dólar em relação a uma cesta de seis divisas fortes, o índice DXY renovou mínima na última hora, abaixo da linha dos 108,000 pontos, com aprofundamento das perdas da moeda americana em relação ao euro e a libra.
Por volta das 15h22, o dólar à vista era negociado a R$ 5,8850, em queda de 1,03%, após mínima a R$ 5,8745.
O dólar futuro para fevereiro recuava 0,97%, a R$ 5,894.
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