Vice-presidente da República Recuperação total de imóvel demanda investimento de R$ 15 milhões
FOTO: Divulgação

Geraldo Alckmin (PSB), vice-presidente da República, recebeu ontem, em audiência com o vereador Leonardo Alves (PSDB), pedido para que o governo federal libere recursos para a reforma completa do imóvel que serve de base ao Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) de Mauá, localizado na Rua Romano, Vila Ana Maria.
“O Samu de Mauá desempenha um papel fundamental na prestação de socorro pré-hospitalar à população local, atendendo a uma demanda crescente e complexa. No entanto, encontra-se em estado precário, com a infraestrutura bastante deteriorada devido ao desgaste natural pelo uso contínuo e à falta de investimentos em manutenção”, esclarece ofício entregue pelo tucano ao vice-presidente.
Alckmin, médico de formação, confirmou ter recebido o pleito, mas não garantiu auxiliar o município. “Entreguei a ele (Alves) todo o relatório das obras e realizações do governo (Luiz Inácio) Lula (da Silva - PT) em Mauá. Habitação, saneamento, drenagem, saúde e área das escolas. Recebi também um pleito para ajudar na reforma do Samu. E quero dizer que o futuro começa hoje”, disse o vice-presidente.
O vereador estima um custo de R$ 15 milhões para obras e compras de equipamentos. Com o recurso, a base passaria por completa requalificação e garantiria, segundo Alves, atendimento mais eficiente no socorro pré-hospitalar e “valorização profissional daqueles que atuam no serviço, além de garantir ambiente de trabalho digno e adequado”.
Na vigem à Capital Federal, Leonardo Alves percorreu os ministérios. Na Pasta da Educação solicitou recursos para ampliar o número de vagas de creches e na Saúde, além de verbas para o Hospital de Clínicas Dr. Radamés Nardini.
OUTRAS DEMANDAS
Nesta semana, o vereador ainda cobrou da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) atendimento de duas demandas “urgentes”: aumento da área de cobertura nas plataformas da Estação Guapituba e a poda de árvores em área da estatal, na Rua Brasil, entre os números 2067 e 2187. Há risco de quedas sobre a linha férrea e na calçada.
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