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Políticas públicas regionalizadas aliviam finanças, avaliam prefeitos

Prefeitos Marcelo Lima, de São Bernardo, e Gilvan Junior, de Santo André, destacam protagonismo do Consórcio do Grande ABC

Wilson Guardia
09/01/2025 | 21:26
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FOTO: Celso Luiz/DGABC

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 A adoção de políticas públicas regionalizadas é vista com bons olhos pelos prefeitos no Grande ABC, uma vez que, quando bem executadas, as ações conjuntas aliviam as finanças municipais. Entre os que defendem a implemen-tação de projetos a ‘várias mãos’ estão os prefeitos de Santo André, Gilvan Junior (PSDB), e de São Bernardo, Marcelo Lima (Podemos).

Em um Grande ABC conurbado – fenômeno que ocorre quando duas ou mais cidades limítrofes crescem tanto que se encontram e formam um único núcleo urbano –, parte da população por vezes busca serviços no município vizinho por proximidade, o que eleva custos, uma vez que, nos planejamentos locais, esta movimentação de pessoas não está lançada nos orçamentos.

Para evitar estes custos extras, o Consórcio Intermunicipal do Grande ABC pode, de forma conjunta com todos os municípios colegiados, elaborar e executar projetos que atendam a todas as cidades, com impacto reduzido ou nulo nos orçamentos.

“Muitas vezes, a população acaba utilizando o serviço de outro município. Aí, de forma organizada e institucionalizada, conseguimos atender a todos sem ter impacto nas finanças”, explicou Gilvan.

Marcelo Lima destacou que os prefeitos não podem ter ego e humildemente devem, dentro da entidade regional, pensar de forma macro. “Está muito claro que, a cada dia que passa, as cidades precisam estar mais juntas. Então, o problema de Santo André também é meu e vice-versa.”

Na última quarta-feira, o presidente interino do Consórcio Intermunicipal e prefeito de Diadema, Taka Yamauchi (MDB), anunciou o retorno de São Bernardo ao colegiado. Com São Caetano, que segue fora da entidade desde o fim de 2022, as conversas estão avançadas, garantiu o emedebista. As duas cidades deixaram a entidade, respectivamente, nas gestões de Orlando Morando, na época no PSDB e hoje sem partido, e de José Auricchio Júnior, também tucano quando resolveu retirar a cidade do colegiado e hoje no PSD. As saídas foram formalizadas pelas Câmaras nos primeiros meses de 2023.




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