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Palavra do Leitor - 20 de outubro de 2024
Da Redação
19/10/2024 | 21:59
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Perturbação do sossego

Está cada vez mais difícil morar e ter qualidade de vida em São Bernardo. Tenho duas reclamações de perturbação de sossego, protocolos SB 143008/2022- 08 e SB 060231/2024-09, referente a um hotel de cães no Rudge Ramos que funciona de segunda à segunda, sem qualquer tratamento acústico. Cachorros latem o dia inteiro, das 6h até quase 22 horas, impossível assistir à TV ou dormir em certos horários. Mesmo com janelas e portas fechadas, o barulho chega a ficar insuportável. Fiz reclamação no Atende bem, em que foram gerados esses protocolos, esperando que o serviço de fiscalização e posturas resolva isso e até agora nada de enquadrar e até interditar o estabelecimento. Fiz reclamação também com a Ouvidoria da Prefeitura e nada até agora de cobrar um resultado satisfatório. Isso significa que, pelo jeito, terei que esperar a partir de janeiro de 2025 para que o serviço público de fiscalização na cidade possa melhorar. 

José Aires Barbosa Santos

São Bernardo

Festa em Utinga 

Outra vez, Ademir Medici, na coluna Memória (Setecidades, dia 18), fez-se voltar ao passado, precisamente à segunda metade dos anos de 1970, quando eu era o técnico de atletismo de São Caetano. O que me levou de volta ao passado foi a foto do glorioso narrador esportivo Fiori Gigliotti, que, à época, conheci e jogava contra o seu time, o Escrete do Rádio, todos os anos, no dia 28 de julho, no antigo Estádio Lauro Gomes de Almeida, um amistoso que fazia parte dos festejos do aniversário da cidade. Jogava contra o time do Fiori Gigliotti, a Seleção da Imprensa do ABC, comandada pelo locutor Jurandir Martins, que tinha um programa esportivo na Rádio Diário, com o radialista Lavrado, que, todos os anos, me convocava, para atuar como ponta direita. E acreditem, ele me colocava como titular. Impressionante, não? Mas o mais impressionante era a memória do Fiori Gigliotti. Desde que o conheci, nos meados dos anos de 1970, quando ele veio à São Caetano para uma sessão solene do Tijucussu Clube, que era o último evento da Olimpíada Colegial, toda vez que o encontrava, me cumprimentava, dizendo o meu nome. Saudades do Gigliotti e daquele tempo.

Paulo Moriassu Hijo

São Caetano

Eleição na Capital

Dr. Jekyll, médico respeitado, e o Sr. Hyde, seu alterego teratológico, se alternam no enredo do clássico literário O Médico e o Monstro, de Robert Louis Stevenson. Guilherme Boulos (Psol), pretendendo ser prefeito de São Paulo, se apresenta ao eleitorado como o Dr. Jekyll. Mas, para desespero de seus marqueteiros, o Sr. Hyde tem extravasado – sem pedir licença – pelos poros, pela fala, pelo olhar, pela respiração, pelos esgares e pelos gestos do candidato psolista, como se viu no debate da Band, por exemplo, na intimidação física contra Ricardo Nunes (MDB), seu oponente, que não se amedrontou. O escondimento do sr. Hyde tem exigido, cada vez mais, esforço enorme do esquerdista Boulos, perceptível para aqueles que não se deixam ludibriar por sua teatralidade farsesca. O eleitorado paulistano corre o risco de eleger o insuspeito Dr. Jekyll, para se dar conta, semanas depois – já tarde demais –, que quem tomou assento na cadeira de prefeito foi o monstruoso Sr. Hyde.

Túllio Marco Soares Carvalho

Bauru (SP)




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