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O envolvimento na exploração de trabalhadores, por pessoas físicas e jurídicas, foi exposto pelo Ministério do Trabalho e Emprego nesta segunda-feira (17). Entre os 727 na 'lista suja', destaca-se Emival Eterno da Costa, nome de batismo do cantor sertanejo Leonardo.
A atribuição vem após uma fiscalização do MTE flagrar em novembro do ano passado que funcionários na Fazenda Talismã e Lakanka de Goiânia, pertencentes a Leonardo para gados e cavalos. O relatório dá conta de que seis empregados não tinham acesso a banheiro adequado ou água potável, com acomodações improvisadas em madeira e galões, junto a insetos e morcegos.
No documento, o trabalho na propriedade de R$ 600 milhões era apontado como "de domingo a domingo".
OUTRO LADO
Pelas redes sociais, o artista se defendeu por vídeo, alegando que estava "surpreso e triste".
Segundo ele, parte da fazenda foi arrendada em 2022 para um proprietário, ganhando um nome secundário. "Foi aí que entraram funcionários que eu nunca vi", conta.
A multa referente ao episódio foi paga e arquivada. "Já plantei tomate e sei como é (...) acho que há um equívoco em cima da minha pessoa", reitera.
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